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22 anos de Plano Real: conquistas ameaçadas após 13 anos de governo do PT

Neste último 1º de julho, o Plano Real completou 22 anos. Implementado em 1994 pelo então ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso, o PSDB mostrou, pela primeira vez, como se faz para tirar um país da crise. Oitava tentativa de estabilização da moeda desde o fim do regime militar, o Plano Real conseguiu pôr fim a uma hiperinflação que corroía em poucos dias qualquer salário e permitiu que os brasileiros voltassem a poder planejar seu futuro.

3 de julho de 2016

Brasília (DF) – Neste último 1º de julho, o Plano Real completou 22 anos. Implementado em 1994 pelo então ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso, o PSDB mostrou, pela primeira vez, como se faz para tirar um país da crise. Oitava tentativa de estabilização da moeda desde o fim do regime militar, o Plano Real conseguiu pôr fim a uma hiperinflação que corroía em poucos dias qualquer salário e permitiu que os brasileiros voltassem a poder planejar seu futuro.

O Real resistiu bem até que os governos petistas chegaram ao poder e a economia brasileira passou a ser conduzida de acordo com os interesses de um partido e não mais de um país. Os brasileiros que desconheciam o que era inflação, agora sentem no bolso o seu peso, e ainda amargam os efeitos do crescimento do desemprego.

A taxa de desemprego bateu o patamar dos 11,4% no trimestre encerrado em maio deste ano, evidenciando uma das maiores crises do mercado de trabalho já registrada no país. São 11,4 milhões de brasileiros desempregados. O número equivale, surpreendentemente, à quantidade de habitantes da cidade de São Paulo. É como se todos os trabalhadores da capital estivesse desempregada.

No comando do país, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente afastada Dilma Rousseff tomaram uma série de decisões equivocadas e mentiram aos brasileiros ao esconder a crise em que haviam metido o Brasil.

“O PSDB ajudou, com trabalho e coragem, a trazer segurança para as famílias brasileiras. Mas tanta esperança e equilíbrio não resistiram à falta de responsabilidade e de seriedade do governo do PT”, destacou o presidente nacional do partido, senador Aécio Neves, em seu perfil do Facebook.

E acrescentou: “Hoje, todos conhecemos a situação de desgoverno na qual o PT nos colocou. Ainda assim, é preciso que cada um de nós se fortaleça com a certeza de que é possível, novamente, com convergência e ética, transformarmos nosso Brasil. A estabilidade é nossa meta e a credibilidade do país é nosso compromisso”.

O desolador cenário econômico que antecedeu o lançamento do Plano Real foi lembrado pelo ministro das Relações Exteriores, o tucano José Serra. No primeiro semestre de 1994, a inflação totalizava 757%, uma média de 43% ao mês, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A remarcação de preços nos supermercados e estabelecimentos comerciais era praticamente diária, e os brasileiros sofriam com a perda gradativa do seu poder de compra.

“O então ministro Fernando Henrique Cardoso liderou a elaboração e o planejamento do Plano Real, cuja execução foi em seguida tocada pelo ministro da Fazenda que o sucedeu, Rubens Ricupero. A inflação, que em junho de 1994 (isso mesmo, mensal!), foi de 47,4%, caiu para 1,7% já em dezembro do mesmo ano”, escreveu Serra, em sua página no Facebook.

O ministro das Relações Exteriores salientou que o plano teve sucesso mesmo enfrentando a oposição do PT que, na figura de seu então candidato à Presidência, Lula, classificava o plano como “estelionato eleitoral”.

“Nunca mais o Brasil voltou a conviver com nada sequer parecido com a hiperinflação, que foi de fato exterminada pelo Real. Nem mesmo o lulopetismo, que namorou com a estagflação, conseguiu retroceder nesse aspecto. Vida longa ao Real”, completou Serra.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/29evxYF