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Além de Paulo Bernardo, outro ex-ministro de Dilma é investigado na Operação Custo Brasil

Mais um ex-ministro da presidente afastada Dilma Rousseff é investigado pela Operação Custo Brasil – que apura desvios de mais de R$ 100 milhões nos empréstimos consignados de servidores federais – por atividades suspeitas nos fundos de pensão. De acordo com matéria do jornal O Estado de S.Paulo desta terça-feira (5), documento produzido pela Receita Federal revela que Carlos Gabas, ex-ministro da Previdência, pagou R$ 46,8 mil para a filha do ex-presidente da Previ.

5 de julho de 2016

Mais um ex-ministro da presidente afastada Dilma Rousseff é investigado pela Operação Custo Brasil – que apura desvios de mais de R$ 100 milhões nos empréstimos consignados de servidores federais – por atividades suspeitas nos fundos de pensão. De acordo com matéria do jornal O Estado de S.Paulo desta terça-feira (5), documento produzido pela Receita Federal revela que Carlos Gabas, ex-ministro da Previdência, pagou R$ 46,8 mil para a filha do ex-presidente da Previ (fundo de pensão dos servidores do Banco do Brasil), Jair Bilacchi, pelo aluguel da mansão em que ele mora desde 2006, em um bairro nobre de Brasília.

“Mais um caso fático de um governo que saqueou o povo brasileiro em todos os eixos e ramos possíveis, se valeu de um populismo que ilude, engana e mente à população e tira de quem menos tem. As investigações que avançam só esclarecem o governo que devidamente foi afastado da Presidência da República, porque roubou o Brasil onde e enquanto pôde”, criticou o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB-PB), que defende mais uma vez a aprovação do projeto de Lei n°388/2015, que cria um novo marco para a gestão dos fundos de pensão das empresas estatais.

O projeto substitutivo apresentado pelo presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), já foi aprovado no Senado e tramita atualmente na Câmara dos Deputados.

Conhecido por ter levado Dilma para um passeio na garupa de sua moto Harley Davidson, em 2013, o ex-ministro Gabas é acusado de ser um dos beneficiários da propina de 70% cobrada da empresa Consist Software, para que ela operasse o sistema via internet de créditos consignados dos servidores federais. Segundo o jornal, o esquema desviou mais de R$ 100 milhões entre 2010 e 2015 para beneficiar, em especial, o PT e membros do partido. Além de Gabas, os alvos principais da Operação Custo Brasil são o ex-ministro do Planejamento e Comunicações Paulo Bernardo, os ex-tesoureiros do PT João Vaccari Neto e Paulo Ferreira, e o ex-secretário de Gestão da Prefeitura de São Paulo, na gestão Fernando Haddad (PT), Valter Correia da Silva.

Segundo o tucano, para saber quem é realmente o PT basta acompanhar as operações que estão sendo realizadas pela Polícia Federal no combate à corrupção. “Não só um segundo ministro, mas todos os ramos do PT têm em sua prática o vício pela corrupção. Na mesma operação [Custo Brasil] tem ainda um ex-tesoureiro, que foi também citado na Operação Abismo. Então, a operação Lava Jato, para quem quiser saber qual foi o governo que foi afastado da Presidência, é só dar uma olhada nas operações da PF”, destacou Pedro Cunha Lima.

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Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/29z0icW