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Dilma tem direito a quatro seguranças, dois veículos oficiais, com motoristas, e dois assessores, além de um cartão-combustível, no valor de R$ 3 mil.

Mesmo fora, Dilma tem direito a combustível e outras regalias

Afastada do governo federal em um processo de impeachment, por ter cometido crime de responsabilidade, a ex-presidente Dilma Rousseff perdeu uma série de regalias, como o salário de R$ 30.934, cartão alimentação, plano de saúde e o foro privilegiado, mas manteve várias outras. Por ter exercido o cargo em caráter permanente, a petista tem direito a dispor de quatro seguranças, dois veículos oficiais, com motoristas, e dois assessores, além de um cartão-combustível, no valor de R$ 3 mil por mês, pago pelo governo federal.

Mesmo fora, Dilma tem direito ao cartão-combustível

Brasília (DF) – Afastada do governo federal em um processo de impeachment, por ter cometido crime de responsabilidade, a ex-presidente Dilma Rousseff perdeu uma série de regalias, como o salário de R$ 30.934, cartão alimentação, plano de saúde e o foro privilegiado, mas manteve várias outras. Por ter exercido o cargo em caráter permanente, a petista tem direito a dispor de quatro seguranças, dois veículos oficiais, com motoristas, e dois assessores, além de um cartão-combustível, no valor de R$ 3 mil por mês, pago pelo governo federal.

As informações são de nota publicada pelo blog Radar On-line, do portal da revista Veja. O cartão-combustível é um benefício previsto aos ex-presidentes da República. Após o impeachment, Dilma perdeu o direito ao uso de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) e das duas residências oficiais – Palácio da Alvorada e Granja do Torto.

Ainda assim, a petista tem à sua disposição um total de seis servidores públicos: quatro seguranças, dois assessores pessoais e dois motoristas, pagos pela Presidência da República, além de dois veículos oficiais, como determinado em lei sancionada em 1986, e regulamentada em 2008 pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A maior perda da petista, no entanto, foi o foro privilegiado. Alvo de uma investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) por obstrução de Justiça, no caso da nomeação do ex-presidente Lula para o Ministério da Casa Civil, Dilma passou a ser investigada em primeira instância. A ex-presidente, contudo, não ficou impossibilitada de exercer qualquer função pública por um prazo de oito anos, graças à manobra que permitiu o desmembramento da votação do impeachment.

Leia AQUI a nota do blog Radar On-line.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2exVGs4