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A Alka Locação de Máquinas e Equipamentos, fundada em 2014, tem capital social de R$ 80 mil e sempre teve Kalil como proprietário. TRE-MG vai analisar o caso.

Alexandre Kalil deixou de declarar empresa à Justiça Eleitoral

Prefeito eleito de Belo Horizonte no segundo turno, Alexandre Kalil (PHS) não declarou uma de suas empresas à Justiça Eleitoral no registro de sua candidatura, em agosto, como é obrigatório. A Alka Locação de Máquinas e Equipamentos, fundada em 2014, tem capital social de R$ 80 mil e sempre teve Kalil como único proprietário. A firma, no entanto, não consta na lista de patrimônios protocolada pelo candidato no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Minas Gerais.

Alexandre Kalil deixou de declarar empresa à Justiça Eleitoral

Brasília (DF) – Prefeito eleito de Belo Horizonte no segundo turno, Alexandre Kalil (PHS) não declarou uma de suas empresas à Justiça Eleitoral no registro de sua candidatura, em agosto, como é obrigatório. A Alka Locação de Máquinas e Equipamentos, fundada em 2014, tem capital social de R$ 80 mil e sempre teve Kalil como único proprietário. A firma, no entanto, não consta na lista de patrimônios protocolada pelo candidato no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Minas Gerais.

A única referência feita à Alka é um “credito decorrente de empréstimo” de R$ 69 mil recebido por Kalil. As informações são de reportagem publicada nesta sexta-feira (04) pelo jornal Folha de S. Paulo.

Na declaração entregue à Justiça Eleitoral, Kalil consta como sócio de outras duas empresas: a Erkal Engenharia, com uma cota de R$ 55 mil, e a Fergikal, com cota de R$ 296 mil. Juntas, as empresas têm uma dívida de R$ 18 milhões com a Fazenda Nacional. A Erkal chegou até mesmo a ter a sua falência decretada, mas a decisão acabou suspensa.

Já a Alka, que tem como finalidade o aluguel de máquinas, veículos e equipamentos, não tem dívidas com a União e está localizada na mesma rua da Erkal, na região central de Belo Horizonte. O endereço no registro da empresa leva à uma casa sem placas ou identificação em sua fachada.

Para alguns especialistas em direito eleitoral, a supressão da empresa na declaração de bens de Kalil pode incorrer no artigo 350 do Código Eleitoral, que diz ser crime “omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar (…) para fins eleitorais”. Procurada pela Folha, a assessoria de Kalil não se manifestou sobre o assunto.

Leia AQUI a íntegra da reportagem do jornal Folha de S. Paulo.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2evYUKP