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Alvo da Lava Jato, Mantega pretendia sair do país, diz PF

O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, alvo da 34ª fase da Operação Lava Jato, pretendia se ausentar do Brasil entre setembro e outubro deste ano. Investigadores da Polícia Federal, ouvidos pelo jornal Folha de S.Paulo, afirmam que o petista e sua mulher, Eliane Berger, estavam com passagens compradas para Paris com embarque marcado para o dia seguinte ao de sua prisão, ocorrida na última quinta-feira (22).

29 de setembro de 2016

O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, alvo da 34ª fase da Operação Lava Jato, pretendia se ausentar do Brasil entre setembro e outubro deste ano. Investigadores da Polícia Federal, ouvidos pelo jornal Folha de S.Paulo, afirmam que o petista e sua mulher, Eliane Berger, estavam com passagens compradas para Paris com embarque marcado para o dia seguinte ao de sua prisão, ocorrida na última quinta-feira (22).

Segundo o jornal, mesmo com a prisão revogada horas depois pelo juiz Sergio Moro pelo agravamento do estado de saúde da esposa, a PF continuou o monitoramento do ex-ministro, que nasceu na Itália e tem dupla cidadania. Mantega é acusado de atuar diretamente na negociação de propinas da Petrobras ao PT para pagamento de dívidas de campanha da ex-presidente Dilma Rousseff.

O deputado federal Major Rocha (PSDB-AC) considera a prisão do ex-ministro acertada pela PF e defende também o monitoramento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já responde por duas ações na Lava Jato: uma por obstrução à justiça e a última, por lavagem de dinheiro e corrupção.

“Apesar do PT tentar vender como atuação parcial ou fora dos limites que a lei impõe, a PF, MPF e Judiciário têm cumprido um papel muito importante no nosso país e atuado dentro dos limites da lei. E, mais do que isso, essa possível fuga não é restrita ao ex-ministro Guido Mantega, tenho preocupação com relação ao Lula. Ele tem muitas ligações com líderes de outros países e corremos risco também de ter uma fuga do ex-presidente para tentar se colocar para a comunidade internacional como uma vítima, alguém que foi perseguido no país. O Brasil inteiro sabe da institucionalização da corrupção no país nos governos do PT”, pontuou o tucano, que defende ainda a apreensão dos passaportes dos petistas.

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Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2dcH6GM