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Beneficiários do “Minha Casa Minha Vida” recebem imóveis, construídos na gestão Dilma, com graves problemas

O sonho da casa própria para os beneficiários do programa Minha Casa Minha Vida veio pela metade para muitos que receberam habitações construídas na gestão de Dilma Rousseff. Ao chegar à habitação, moradores se deparam com apartamentos sem porta, fiações e instalações elétricas. Em um dos condomínios construídos pelo programa em Rondonópolis, Mato Grosso, faltam até mesmo teto e muro nas casas.

5 de julho de 2016

O sonho da casa própria para os beneficiários do programa Minha Casa Minha Vida veio pela metade para muitos que receberam habitações construídas na gestão de Dilma Rousseff. Ao chegar à habitação, moradores se deparam com apartamentos sem porta, fiações e instalações elétricas. Em um dos condomínios construídos pelo programa em Rondonópolis, Mato Grosso, faltam até mesmo teto e muro nas casas. Para o deputado federal Fábio Sousa (PSDB-GO) isso é a prova de que o programa, carro-chefe da campanha de reeleição de Dilma em 2014, não passou de uma propaganda enganosa quando estava sob comando do PT. O tucano alerta que a má qualidade das obras sinaliza possíveis fraudes.

“É mais uma prova da falácia. O governo passado foi da desfaçatez, da conversa fiada e da falta de qualquer compromisso com o público e com a realização do que realmente é necessário. Acho que é importante o Ministério Público entrar nisso, analisar o porquê desses problemas. Só o fato de ter acontecido já deveria ser objeto de inquérito. Pode ser que haja mais coisas aí”, declarou.

Essa realidade se repete em quase todo país. Na Grande São Paulo, famílias que financiaram por anos o imóvel se depararam com rachaduras, infiltrações e até desmoronamentos. No Distrito Federal, mais de duas mil pessoas receberam apartamentos novos completamente depenados. Mas apesar dos graves problemas, Fábio Sousa considera que o programa pode ser reformulado sob a gestão do ministro das Cidades do governo Michel Temer, Bruno Araújo (PSDB).

“Acho que o Ministério das Cidades agora na mão do Bruno Araújo vai abrir a transparência sobre essas coisas. É bom o próprio Ministério das Cidades fazer a depuração dos beneficiários e de todos os projetos.Agora entregando a casa mesmo, de verdade, montada, para pessoas que precisam, sem usar isso como moeda política, sem olhar ideologia, e sim a real necessidade de cada um”, apontou.

Mesmo com um rombo de R$ 17 bilhões, o ministro Bruno Araújo assegurou que o programa Minha Casa Minha Vida será mantido. De Brasília, Jéssica Vasconcelos.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/29f60gQ