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Candidato Marquinhos Trad (PSD) à prefeitura de Campo Grande (MS) é acusado de ter sido funcionário fantasma da Assembleia Legislativa do MS.

Candidato Marquinhos Trad é acusado de ter sido funcionário fantasma

Adversário de Rose Modesto (PSDB) na disputa pela prefeitura de Campo Grande (MS), o candidato Marquinhos Trad (PSD) é acusado de ter sido funcionário fantasma da Assembleia Legislativa do estado. Reportagem do jornal Folha de S. Paulo obteve documentos que contrariam a versão do deputado, que nega o caso. Segundo a matéria, contracheques e um documento fiscal mostram que, pelo menos durante o ano de 2005, o candidato foi remunerado simultaneamente pela Assembleia e pela Câmara Municipal de Campo Grande – nesta última, como vereador.

Candidato Marquinhos Trad é acusado de ter sido funcionário fantasma

Brasília (DF) – Adversário de Rose Modesto (PSDB) na disputa pela prefeitura de Campo Grande (MS), o candidato Marquinhos Trad (PSD) é acusado de ter sido funcionário fantasma da Assembleia Legislativa do estado. Reportagem do jornal Folha de S. Paulo obteve documentos que contrariam a versão do deputado, que nega o caso.

Segundo a matéria, contracheques e um documento fiscal mostram que, pelo menos durante o ano de 2005, o candidato foi remunerado simultaneamente pela Assembleia e pela Câmara Municipal de Campo Grande – nesta última, como vereador.

Em 1986, Trad ganhou um cargo no gabinete do pai, o deputado estadual Nelson Trad. Cinco anos depois, foi promovido a assessor jurídico na Casa. Em 2004, se elegeu vereador, mas continuou entre os quadros da Assembleia.

Os documentos obtidos pela Folha comprovam que o candidato acumulou salários das duas Casas legislativas. Em 2005, ele recebeu R$ 19.272,64 como funcionário da Assembleia e R$ 156.750,00 de salário anual de vereador.

O jornal ainda teve acesso aos recibos de pagamentos mensais a Trad da Câmara e da Assembleia de janeiro de 2005 a setembro de 2006. Em janeiro de 2005, quando assumiu como vereador, o candidato recebeu salário de R$ 9.500. No mesmo mês, recebeu da Assembleia R$ 1.536,80.

No último mês daquele ano, o então vereador somou os R$ 9.500 da Câmara com R$ 1.719,51 da Assembleia. Em setembro de 2006, foram R$ 2.068,70 da Assembleia e R$ 9.500 da Câmara. Segundo a reportagem, Trad chegou a ser alvo de uma investigação do Ministério Público do Estado quando foi vereador por suspeita de que estivesse recebendo dois salários de entes públicos, porém a investigação foi arquivada.

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Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2eTZbX8