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Com crise econômica, sobe o furto de energia elétrica no país

A média do índice de perdas totais das operadoras de energia elétrica foi de 10,89%, no ano passado. Nos 12 meses que terminaram em maio, o número já estava em 13%, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Além das perdas técnicas, executivos do setor acreditam que o motivo por trás das altas variações são as perdas não técnicas, que incluem furtos de energia, erros de medição, de faturamento e outros desvios.

28 de junho de 2016

A média do índice de perdas totais das operadoras de energia elétrica foi de 10,89%, no ano passado. Nos 12 meses que terminaram em maio, o número já estava em 13%, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Além das perdas técnicas, executivos do setor acreditam que o motivo por trás das altas variações são as perdas não técnicas, que incluem furtos de energia, erros de medição, de faturamento e outros desvios.

O deputado federal Eduardo Cury (PSDB-SP) afirma ser necessário corrigir os erros na distribuição de energia elétrica no país, que começaram no governo Dilma Rousseff.

“O Brasil precisa corrigir isso que  é fruto também do descalabro que a Dilma deixou o sistema elétrico brasileiro com excessiva intervenção, querendo determinar tarifas, fazendo com que os investimentos caíssem e as tarifas subissem. O Brasil precisa reorganizar seu sistema elétrico”, afirmou.

O tucano aponta as consequências da distribuição de energia clandestina no país. “13% do índice de perda ou ligações clandestinas intencionadas, tem que pagar 13% a mais da sua conta, que já é cara para compensar isso. Muitas dessas pessoas que fazem os ‘gatos’ são pessoas que estão perdendo os seus empregos, mas muita gente também faz porque quer se beneficiar em cima de outras pessoas que, na verdade, pagam corretamente suas contas.”

De acordo com a Aneel, a tendência é que o furto de energia ainda cresça em velocidades mais altas.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/295Lfsr