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Com presença de tucanos, governadores se reuniram com Temer para discutir soluções para a crise nos estados

Um grupo formado por 23 governadores se reuniu com o presidente Michel Temer no Palácio do Planalto nesta terça-feira (22) para debater medidas que possam reverter o quadro de grave crise vivido pela maioria das unidades federativas em razão da recessão econômica que ainda assola o país. Entre os tucanos, participaram do evento os governadores Geraldo Alckmin (SP), Marconi Perillo (GO), Pedro Taques (MT), Reinaldo Azambuja (MS) e Simão Jatene (PA). Também do PSDB, Beto Richa, governador do Paraná, foi representado pela vice-governadora Cida Borghetti.

Um grupo formado por 23 governadores se reuniu com o presidente Michel Temer no Palácio do Planalto nesta terça-feira (22) para debater medidas que possam reverter o quadro de grave crise vivido pela maioria das unidades federativas em razão da recessão econômica que ainda assola o país. Entre os tucanos, participaram do evento os governadores Geraldo Alckmin (SP), Marconi Perillo (GO), Pedro Taques (MT), Reinaldo Azambuja (MS) e Simão Jatene (PA). Também do PSDB, Beto Richa, governador do Paraná, foi representado pela vice-governadora Cida Borghetti. As informações são de matéria do portal G1.

Segundo a reportagem, também participaram do encontro os ministros Henrique Meirelles (Fazenda) e Dyogo de Oliveira (Planejamento), a secretária do Tesouro, Ana Paula Vescovi, e o secretário-executivo da Fazenda, Eduardo Guardia. Uma das medidas discutidas é a autorização, por parte do Tesouro Nacional, para que os estados possam arrecadar recursos dando como garantia títulos públicos atrelados a receitas futuras.

Outra alternativa é a renegociação das dívidas dos estados envolvendo as previdências públicas. Na última quinta-feira (17), Eliseu Padilha, chefe da Casa Civil, já havia revelado a intenção do governo para auxiliar os estados.

“O governo federal vai tentar fazer o que fez em 1997 com os estados, que é uma renegociação não da dívida que foi financiada há pouco tempo, mas sim uma renegociação das duas dívidas que os estados têm, como as previdências do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais, que são impagáveis”, afirmou.

Clique aqui para ler a matéria do G1.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2g2GIHm