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Para o deputado federal Daniel Coelho (PSDB-PE), a PEC 241 obriga o governo a fazer seu dever de casa para que a economia se recupere.

Daniel Coelho: PT faz terrorismo em ações contra a PEC 241

Em debate na rádio Jornal do Commercio, nesta segunda-feira (17), o deputado federal Daniel Coelho (PSDB-PE) voltou a defender com veemência a importância de se aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, que define um novo ajuste fiscal para o país. A matéria já foi aprovada na Câmara em primeiro turno, passará pela segunda fase de votação e seguirá para o Senado.

Daniel Coelho: PT faz terrorismo em ações contra a PEC 241
17 de outubro de 2016

Em debate na rádio Jornal do Commercio, nesta segunda-feira (17), o deputado federal Daniel Coelho (PSDB-PE) voltou a defender com veemência a importância de se aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, que define um novo ajuste fiscal para o país. A matéria já foi aprovada na Câmara em primeiro turno, passará pela segunda fase de votação e seguirá para o Senado.

Em suas considerações sobre a urgência da PEC que fixa um teto para os gastos públicos, o parlamentar esclareceu que, ao contrário do terrorismo propagado pelo PT, principalmente nas redes sociais, a proposta não compromete recursos para investimentos em educação e saúde. “Eu vi nas redes sociais as coisas mais absurdas como o fim do 13º salário, que não haverá mais concurso, que não haverá mais reajuste salarial. Quer dizer, um terrorismo completo. Mas a população já está ressabiada desse terrorismo que o PT tem feito em vários momentos da história. Se fosse pelas redes sociais do PT, o 13º já tinha acabado há uns 20 anos. O que a gente está fazendo é obrigando o governo a fazer seu dever de casa para que a economia comece a se recuperar, que os empregos voltem, que possamos ter aumento de arrecadação. Sem o ajuste fiscal nós poderemos chegar à falta completa de recursos, ou seja, não ter dinheiro para pagar as contas, para fazer os investimentos necessários e aí seria um caos para o país”, ponderou.

O tucano reconheceu que pode ser discutível o prazo de 20 anos estabelecido na PEC para o limite de gastos. Lembrou, porém, que nenhuma lei é imutável e pode, portanto, sofrer alterações no Congresso Nacional, caso se façam necessárias mudanças na proposta. “Em janeiro do ano que vem, se houver uma situação econômica diferente, o Congresso pode se reunir e mudar a legislação. O prazo de 20 anos talvez seja discutível, mas há a necessidade de sinalizar que a política de controle de gastos não se encerra em 2018, porque em 2019 se terá outro presidente. Mas de dizer à Nação que há o compromisso de tentar regular os nossos gastos”.

Para Daniel Coelho, o desafio dos parlamentares, a partir da aprovação da PEC, é de garantir os investimentos sociais e forçar os cortes nas mordomias no momento de elaboração do orçamento da União. “Esse é que deve ser nosso esforço, cortar onde há excesso e gasto desenfreado nos três poderes. Todos serão que se adequar para manter a prestação dos serviços cortando os excessos. Esse será nosso grande desafio para que a gente possa controlar as contas públicas e não deixar que aconteça com o Brasil o que está acontecendo. Inflação e desemprego estão diretamente relacionados ao descontrole dos gastos do governo. Quando se controlou as contas públicas o Brasil, houve bons resultados na economia. Quando não, como ocorreu nos governo Dilma, a gente teve crise, desemprego e o mais pobre é que paga”.

*Da Assessoria de Imprensa do PSDB-PE

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2eh6PJO