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Delatora admitiu ter pago R$ 1 mi a operador de Pimentel em troca de contratos

O depoimento prestado pela dona da agência de publicidade Pepper, Danielle Fonteles, em delação premiada fechada com a Polícia Federal (PF) fez com que as autoridades suspeitassem que o empresário Benedito de Oliveira, o Bené, apontado como operador do governador de Minas, Fernando Pimentel, estaria escondendo informações.

O depoimento prestado pela dona da agência de publicidade Pepper, Danielle Fonteles, em delação premiada fechada com a Polícia Federal (PF) fez com que as autoridades suspeitassem que o empresário Benedito de Oliveira, o Bené, apontado como operador do governador de Minas, Fernando Pimentel, estaria escondendo informações.

Segundo a Folha de S. Paulo, Danielle afirmou que foi subcontratada pela agência de publicidade Agnelo Pacheco, em contratos fictícios nos Ministérios da Saúde, Turismo e Cidades durante o governo Dilma Rousseff, mas a informação não foi mencionada no depoimento de Bené.

Em troca do serviço, Danielle disse que pagou cerca de R$1 milhão para empresas controladas por Bené. Segundo a versão da empresária, o operador de Pimentel teria sido o intermediário das transações ilegais.

A diferença das versões apresentadas fez com que a PF levasse coercitivamente Bené a depor na última quinta-feira (27). Os investigadores querem que o empresário explique supostas contradições e omissões nos depoimentos que prestou como delator da investigação. Bené foi condenado a dois anos em prisão domiciliar. O ex-diretor da Agnelo, Agnelo de Carvalho Pacheco, também foi alvo de condução coercitiva.

Além do caso de Danielle e a Agnelo, a operação investiga suposta fraude em licitação da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG) pela gráfica de um dos investigados.

Clique aqui para ler a íntegra da matéria na Folha

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2fnVrzH