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Delúbio nega participação no petrolão, mas é confrontado por Bumlai em acareação

O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, figura-chave no mensalão e condenado por corrupção, agora alega não ter envolvimento nos desvios de recursos da Petrobras. No entanto, está sendo confrontado até por seus aliados. De acordo com matéria do jornal O Globo desta terça-feira (28), em acareação com o pecuarista José Carlos Bumlai nesta segunda (27), o petista disse ter sido vítima de uma “armação” e negou ter negociado um empréstimo de R$ 12 milhões junto ao banco Schahin – valor investigado pela Operação Lava Jato.

28 de junho de 2016

O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, figura-chave no mensalão e condenado por corrupção, agora alega não ter envolvimento nos desvios de recursos da Petrobras. No entanto, está sendo confrontado até por seus aliados.

De acordo com matéria do jornal O Globo desta terça-feira (28), em acareação com o pecuarista José Carlos Bumlai nesta segunda (27), o petista disse ter sido vítima de uma “armação” e negou ter negociado um empréstimo de R$ 12 milhões junto ao banco Schahin – valor investigado pela Operação Lava Jato. Para o Ministério Público Federal (MPF), o empréstimo por Bumlai, amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para simular o pagamento em nome do PT, na verdade, foi feito com dinheiro de um contrato da Petrobras com a Schahin.

O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB-PB) criticou a alegação do ex-tesoureiro petista e afirmou que a acareação demonstra mais uma vez que o PT institucionalizou o esquema de propinas e corrupção para abastecer campanhas do partido e da base aliada da presidente afastada Dilma Rousseff. “É o desespero de quem se meteu num esquema de corrupção dessa magnitude, que consegue quebrar a empresa mais importante do nosso país, o patrimônio empresarial mais rico, que é a Petrobras, e aí parte para esse choque de informações. Só demonstra ainda mais a magnitude do esquema que o PT instalou na Petrobras”, disse o tucano.

Segundo o jornal, mesmo Delúbio alegando ser vítima, Bumlai manteve a afirmação de que o ex-tesoureiro estava na reunião com representantes do banco e um candidato à prefeitura de Campinas e teria dito que estava com “necessidade de caixa” no partido. O MPF afirma que o PT repassou R$ 6 milhões para o empresário Ronan Maria Pinto e a outra metade para financiar a campanha de Doutor Hélio, candidato do PTB à prefeitura de Campinas, apoiado pelo PT no segundo turno.

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Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/290WDpO