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Venezuelanos de 18 a 28 anos tomaram conta dos semáforos de Boa Vista, em Roraima, para fugir da recessão e falta de comida em seu país.

Desgoverno de Maduro leva venezuelanos a pedir esmolas no Brasil

O desgoverno na Venezuela, protagonizado pelo presidente Nicolás Maduro – aliado de primeira hora dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff –, leva milhares de jovens à pobreza extrema no Brasil. De acordo com matéria da revista Veja desta terça-feira (25), venezuelanos de 18 a 28 anos tomaram conta dos semáforos de Boa Vista, em Roraima, para fugir da recessão e falta de comida em seu país.

Nicolás Maduro aliado de primeira hora dos ex-presidentes Luis Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff

O desgoverno na Venezuela, protagonizado pelo presidente Nicolás Maduroaliado de primeira hora dos ex-presidentes Luis Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff –, leva milhares de jovens à pobreza extrema no Brasil. De acordo com matéria da revista Veja desta terça-feira (25), venezuelanos de 18 a 28 anos tomaram conta dos semáforos de Boa Vista, em Roraima, para fugir da recessão e falta de comida em seu país.

A situação é condenada pelo deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR). “O modelo bolivariano, como o do governo Maduro, destruiu países, é um fracasso, um atraso. Um governo de perseguição – que rompeu com as classes produtoras, da agricultura, do comércio e de serviços – é realmente um desastre, empobreceu a população, assim como aqui no Brasil nos últimos anos do governo Lula e Dilma”, criticou o parlamentar.

Para o tucano, que é vice-presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional na Câmara, a situação dos venezuelanos é ainda pior do que a registrada no Brasil, onde também há séria crise econômica após o governo petista, que durou mais de 13 anos. “Aqui são 60 milhões de brasileiros inadimplentes, 12 milhões de desempregados, parque industrial sucateado, a economia em retrocesso. Mesmo assim, lá é pior ainda do que no Brasil, porque eles [chavistas] ainda resistem no poder com o peso dos paramilitares e das forças armadas da Venezuela”, ressalta Hauly.

Segundo a revista, a capital de Roraima já recebeu, nos últimos meses, cerca de 2.500 pessoas, entre eles índios da etnia warao, que têm sua própria língua e vivem na região do rio Orinoco, no coração da Amazônia venezuelana. Segundo a freira Telma Lage, coordenadora da Comissão de Migração e Direitos Humanos do estado de Roraima ouvida pela Veja, na maioria são mulheres com filhos que vivem exclusivamente da mendicância e representam em torno de 25% da emigração venezuelana no norte do Brasil.

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Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2eQj6Er