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Dólares encontrados na cueca de assessor petista saíram do Banco do Nordeste

Um dos casos mais emblemáticos de corrupção envolvendo o PT está prestes a completar 11 anos. Em julho de 2005, no auge do escândalo do mensalão, José Adalberto Vieira da Silva foi flagrado com US$ 100 mil na cueca enquanto tentava embarcar no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Na época, Silva era assessor do deputado estadual José Guimarães (PT-CE), irmão do então presidente do PT, José Genoino. O caso teve muita repercussão no mundo político e comprova o histórico da sigla no pagamento de propinas e desvios de dinheiro público.

27 de junho de 2016

Um dos casos mais emblemáticos de corrupção envolvendo o PT está prestes a completar 11 anos. Em julho de 2005, no auge do escândalo do mensalão, José Adalberto Vieira da Silva foi flagrado com US$ 100 mil na cueca enquanto tentava embarcar no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Na época, Silva era assessor do deputado estadual José Guimarães (PT-CE), irmão do então presidente do PT, José Genoino. O caso teve muita repercussão no mundo político e comprova o histórico da sigla no pagamento de propinas e desvios de dinheiro público.

Segundo matéria publicada nesta segunda-feira (27) pelo jornal O Globo, além dos US$ 100 mil levados na cueca, Adalberto carregava R$ 209 mil em uma maleta. As investigações concluíram que o dinheiro era proveniente de propinas pagas para facilitar a concessão de um empréstimo pelo Banco do Nordeste (BNB).

O Ministério Público Federal do Ceará (MPF-CE) apresentou uma ação de improbidade administrativa ao concluir que o dinheiro levado por ele na cueca fazia parte de propina paga depois da liberação irregular de recursos para o consórcio que construía uma linha de transmissão de energia entre Teresina e Fortaleza.

O ex-presidente do Banco do Nordeste Roberto Smith chegou a ser condenado, em 2014, pelo Tribunal Regional Federal da 5ª região (TRF5) por participação no caso, mas conseguiu reverter a decisão.

Smith foi indicado para o cargo por José Guimarães, que se livrou da ação de improbidade administrativa ao recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), em 2012. No entanto, as condenações de Adalberto e Moura continuam em vigor.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/28YEqov