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A partir de 2017, o PSDB será responsável por administrar municípios que somam 23,7% da população do país – quase 49 milhões de brasileiros.

Eleições 2016: PSDB se consaga e conquista um em cada quatro eleitores

A hegemonia do PSDB nas eleições municipais deste ano foi confirmada neste domingo (30), com os resultados do segundo turno. As urnas consagraram o PSDB como o partido com a maior população governada no país neste século. A partir de 2017, o PSDB será responsável por administrar municípios que somam 23,7% da população do país – quase 49 milhões de brasileiros, segundo projeções do IBGE. Somando apenas os eleitores, serão 34 milhões de pessoas, uma em cada quatro no país, governadas pela legenda.

Brasília (DF) – A hegemonia do PSDB nas eleições municipais deste ano foi confirmada neste domingo (30), com os resultados do segundo turno. As urnas consagraram o PSDB como o partido com a maior população governada no país neste século. A partir de 2017, o PSDB será responsável por administrar municípios que somam 23,7% da população do país – quase 49 milhões de brasileiros, segundo projeções do IBGE. Somando apenas os eleitores, serão 34 milhões de pessoas, uma em cada quatro no país, governadas pela legenda.

Dos 57 municípios que tiveram disputa de segundo turno, o PSDB saiu vitorioso em 14, um recorde na história recente do país. Das 26 capitais brasileiras, sete serão administradas por tucanos: São Paulo, Teresina, Porto Alegre, Porto Velho, Manaus, Belém e Maceió. Já entre as 92 cidades com mais de 200 mil eleitores, o PSDB conquistou 28 prefeituras. Ao todo, serão 803 prefeituras governadas pelo PSDB, que representam as maiores receitas do país: R$ 158,5 bilhões anuais. As informações são de reportagem desta segunda-feira (31) do jornal O Globo.

Para o senador Paulo Bauer (PSDB-SC), o bom aproveitamento do PSDB nas urnas reflete o esforço feito pelo partido no sentido de renovar os seus quadros, manter-se no caminho da boa política e dar bons exemplos em suas gestões.

“O partido, depois de ter deixado a Presidência da República em 2002, nos últimos 14 anos vem demonstrando coerência, vem se posicionando em favor de um Brasil diferente e melhor, e vem estruturando suas bases, com a filiação de lideranças comprometidas com esses propósitos e também identificadas com o projeto do PSDB de ser um partido próximo das pessoas, um partido identificado com práticas administrativas baseadas na eficiência e na honestidade, e mais do que isso, um partido que se identifica com a reivindicação da sociedade de fazermos o Brasil viver um desenvolvimento autossustentável”, afirmou.

“Graças a tudo isso, nessas eleições finalmente colhemos resultados eleitorais muito expressivos. Finalmente, a sociedade compreendeu o discurso do PSDB e confiou nos seus líderes. Agora, vamos trabalhar para corresponder a essa confiança. Sempre pensando primeiro no povo e no país, fazendo a política honesta e valorizando o partido como instituição democrática, e não como mecanismo de promoção pessoal”, acrescentou o parlamentar.

Derrocada do PT

Em contraponto à vitória do PSDB nas urnas, o Partido dos Trabalhadores saiu destas eleições municipais como o grande perdedor. A legenda dos ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva saiu derrotada em todas as sete disputas em que concorreu no segundo turno. O PT também perdeu 15 grandes cidades e, dos 92 municípios brasileiros com mais de 200 mil eleitores, conseguiu eleger seu prefeito em apenas um: Rio Branco, capital do Acre.

O partido viu ainda a sua influência direta diminuir drasticamente. Há quatro anos, a sigla chegou a governar 27 milhões de eleitores. A partir de 2017, deverá administrar municípios cuja população somada chega a apenas cerca de 4 milhões de eleitores.

Considerados os escândalos a que o PT foi submetido por suas principais lideranças, com o impeachment de Dilma Rousseff por crime de responsabilidade e o envolvimento do partido em esquemas de corrupção – como o mensalão e o petrolão, além dos erros de gestão que levaram o Brasil à sua pior crise na história – o senador Paulo Bauer avaliou a derrocada do partido como um processo natural, causado pela insatisfação da população brasileira com os rumos tomados pela legenda.

“É natural que o PT desapareça da vida política brasileira como partido de expressão, porque o PT é um partido que se identifica com má gestão, incompetência e corrupção, coisas que o brasileiro quer definitivamente sepultar do cenário político e institucional do país”, completou o tucano.

Leia AQUI a íntegra da reportagem do jornal O Globo.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2f8lM1z