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Empresário conhecido como “garçom de Lula” é alvo de operação de busca e apreensão da PF

Conhecido como “garçom” do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o empresário Carlos Cortegoso foi alvo de uma ação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (23). Como destaca matéria publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, ele é o dono da empresa Focal Confecções e Comunicação, a segunda maior fornecedora da campanha eleitoral de 2014 da presidente afastada Dilma Rousseff.

24 de junho de 2016

Conhecido como “garçom” do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o empresário Carlos Cortegoso foi alvo de uma ação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (23). Como destaca matéria publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, ele é o dono da empresa Focal Confecções e Comunicação, a segunda maior fornecedora da campanha eleitoral de 2014 da presidente afastada Dilma Rousseff.

Cortegoso também é dono da CRLS Consultoria e Eventos, que teria sido utilizada em um esquema de propina instalado no Ministério do Planejamento entre 2009 e 2015. Viabilizado por meio da contratação superfaturada de serviços realizados pelo Grupo Consist, empresa responsável pela gestão do crédito consignado a funcionários públicos, o sistema tirou cerca de R$ 100 milhões de servidores públicos e pensionistas para abastecer os cofres do PT e de outros beneficiados pelo esquema, como o ex-ministro Paulo Bernardo.

A operação da PF foi motivada pela delação do ex-vereador petista Alexandre Romano. Em seu depoimento, ele contou aos investigadores como a CRLS atuou como destinatária das propinas pagas pela Consist.

“Num primeiro momento era a CRLS, representada pelo Cortegoso, que realizava os pagamentos emitindo notas contra a Consist. Num segundo momento, era a empresa Politec, representada pelo Helio Oliveira, que realizava o pagamento. E, por fim, num terceiro momento era a Jamp, representada pelo Milton Pascowitch”, revelou Romano.

O apelido de “garçom do Lula” foi dado a Cortegoso pelo fato de ele ter trabalhado em um restaurante frequentado pelo ex-presidente na época em que o petista ainda era sindicalista. O empresário atua em campanhas do PT desde os anos 90 e forneceu material para todas as campanhas presidenciais da legenda desde 2002.

Clique aqui para ler a matéria do Estadão.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/292LLXX