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Ex-deputado André Vargas vira réu pela terceira vez na Lava Jato

O juiz federal Sergio Moro decidiu aceitar a denúncia criminal contra o ex-deputado federal André Vargas (ex-PT), o irmão dele, León Vargas, o empresário Marcelo Simões e a contadora Meire Pozza. Esta é a terceira vez que André e Leon Vargas viram réus na Lava Jato. Meire Pozza, que trabalhou na contabilidade das empresas do doleiro Alberto Youssef, se tornou ré pela primeira vez na operação.

O juiz federal Sergio Moro decidiu aceitar a denúncia criminal contra o ex-deputado federal André Vargas (ex-PT), o irmão dele, León Vargas, o empresário Marcelo Simões e a contadora Meire Pozza. Esta é a terceira vez que André e Leon Vargas viram réus na Lava Jato. Meire Pozza, que trabalhou na contabilidade das empresas do doleiro Alberto Youssef, se tornou ré pela primeira vez na operação.

Vargas é investigado por suspeita de lavagem de dinheiro recebido durante a contratação da empresa IT7 Sistemas Ltda, pela Caixa Econômica Federal (CEF), em dezembro de 2013. O ex-deputado teve o mandato cassado em 2014 e depois se desfiliou do PT, por risco de ser expulso, a partir da revelação de suas relações com o doleiro Alberto Youssef, operador de propinas na Petrobras. Preso desde abril do ano passado, Vargas já foi condenado a 14 anos e 4 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro num processo derivado da Operação Lava Jato que investigou contratos de publicidade firmados com a Caixa e o Ministério da Saúde envolvendo propina de R$ 1,1 milhão.

Sérgio Moro reforçou, na nova ação contra Vargas, que o caso é de sua competência uma vez que o ex-deputado era do Paraná, assim como a empresa envolvida no caso. As informações são de matéria publicada nesta quarta-feira (7) pelo Estadão. Desta vez, o parlamentar está sendo acusado de também influenciar contratos no setor de informática da Caixa.

De acordo com a denúncia, em troca da contratação da IT7 Sistemas pelo banco em dezembro de 2013, o deputado teria recebido mais de R$ 2 milhões em propinas. Empresas que estavam em nome de Meire Poza foram usadas para ocultar o dinheiro ilegal.

Clique aqui para ler a íntegra da matéria no Estadão.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2hhlhXa