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Novos laudos da PF apontam diversas operações financeiras entre empresas registradas nos nomes dos filhos de Lula e dos sócios deles.

Filhos de Lula: laudos da PF identificam novas transações suspeitas

Novos laudos anexados nesta quinta-feira (20) pela Operação Lava Jato ao inquérito que investiga a compra do sítio de Atibaia (SP), usado pela família do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apontam diversas operações financeiras entre empresas registradas nos nomes dos filhos do petista e seus sócios. As informações foram levantadas a partir da quebra de sigilo bancário dos investigados e servirão para subsidiar as conclusões da Polícia Federal (PF), que, em breve, deve indiciar pela quarta vez o ex-presidente.

Filhos de Lula: laudos da PF identificam novas transações suspeitas

Brasília (DF) – Novos laudos anexados nesta quinta-feira (20) pela Operação Lava Jato ao inquérito que investiga a compra do sítio de Atibaia (SP), usado pela família do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apontam diversas operações financeiras entre empresas registradas nos nomes dos filhos do petista e seus sócios. As informações foram levantadas a partir da quebra de sigilo bancário dos investigados e servirão para subsidiar as conclusões da Polícia Federal (PF), que, em breve, deve indiciar pela quarta vez o ex-presidente.

De acordo com a revista Veja desta semana, um dos laudos destaca que os empresários Jonas Suassuna e Fernando Bittar, sócios de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do petista, não custearam a reforma do imóvel. Os investigadores têm indícios de que as obras foram pagas por empreiteiras do esquema de propina na Petrobras, como a OAS.

Segundo o laudo, as empresas de Suassuna registraram o recebimento de R$ 750 milhões entre os anos de 2004 e 2016. Entre as principais pagadoras aparecem a companhia telefônica Oi e outras controladas pela empreiteira Andrade Gutierrez. O documento aponta que uma parte significativa dos valores que entravam nas contas da empresa seguia para as contas de pessoa física de Suassuna.

Um dos laudos também destaca que a variação patrimonial de Luís Cláudio Lula da Silva, também filho do ex-presidente, é ‘formalmente incompatível’ entre 2011 e 2013 e no acumulado 2011 e 2014. A PF analisou a compatibilidade dos rendimentos declarados por Luís Cláudio e sua movimentação financeira.

Na avaliação do deputado federal Miguel Haddad (PSDB-SP), os últimos desdobramentos reforçam ainda mais a ideia de que houve benefício por parte do petista e sua família na aquisição e reforma dos imóveis.

“A verdade é que toda a investigação vai nos conduzindo a um quadro cada vez maior de indícios importantes onde há um aumento injustificável do patrimônio da família do ex-presidente. Há provas consistentes de que os patrimônios pertencem à sua família, embora não estejam em seu nome. As provas e as investigações cada vez mais nos conduzem a isso”, afirmou.

Ainda segundo a reportagem, o relatório da PF destacou que, em 2013, a evolução patrimonial de Luís Cláudio atingiu valores superiores R$ 200 mil, “quantia significativa frente posição patrimonial do investigado”.

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Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2eZIxs8