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Frente parlamentar estuda projetos para criar cidades inteligentes

Já imaginou uma cidade inteligente? Isso mesmo. Uma cidade que usa a tecnologia ao seu favor para economizar, ser mais competitiva e, até mesmo, mais segura? Essa cidade pode se tornar real a partir do trabalho que está sendo realizado pela Frente Parlamentar Mista em Apoio às Cidades Inteligentes e Humanas, da Câmara dos Deputados. A tecnologia pode promover qualidade de vida aos habitantes, reduzindo a burocracia com uma gestão eficiente e transparente, avalia o presidente do colegiado, o deputado federal Vitor Lippi (PSDB-SP).

Já imaginou uma cidade inteligente? Isso mesmo. Uma cidade que usa a tecnologia ao seu favor para economizar, ser mais competitiva e, até mesmo, mais segura? Essa cidade pode se tornar real a partir do trabalho que está sendo realizado pela Frente Parlamentar Mista em Apoio às Cidades Inteligentes e Humanas, da Câmara dos Deputados. A tecnologia pode promover qualidade de vida aos habitantes, reduzindo a burocracia com uma gestão eficiente e transparente, avalia o presidente do colegiado, o deputado federal Vitor Lippi (PSDB-SP).

O parlamentar afirma que essa é uma grande agenda positiva para o Brasil e uma oportunidade de gerar mais tecnologia para as cidades, com integração de sistemas e melhores serviços públicos.

“Essa é uma grande oportunidade para o Brasil. É uma agenda positiva. É uma oportunidade da gente trazer mais tecnologias para as cidades. Criar realmente esse conceito de cidade inteligente que é integrar os sistemas das cidades com plataformas abertas. Poder levar mais serviços para a população, poder melhorar a gestão pública, criar inteligência na gestão pública, ou seja, para que os prefeitos tenham mais capacidade de decisão. E mais do que isso, criar a possibilidade de trazer novos serviços para a sociedade.”

Entre os objetivos da frente, está a criação de centros de desenvolvimentos regionais para que haja o fortalecimento das cidades de acordo com sua vocação para melhorar a eficiência, os arranjos produtivos, o empreendedorismo e a qualificação da mão de obra. As universidades devem ser o palco para essas iniciativas. Para o parlamentar, o conceito de cidade inteligente também pode ser aplicado por meio das parcerias públicas.

“Isso vai permitir também que a gente possa utilizar um novo conceito de indústria num futuro próximo que é a internet das coisas, que também vai gerar muitos recursos, vai melhorar a economia e a competitividade do Brasil. Portanto, ela é positiva em todos os sentidos. E o que é melhor ainda, ela pode ser feita quase sem nenhum dinheiro do poder público através das parcerias público-privadas. Até a modelagem de negócio é inteligente.”

A Frente conta com aproximadamente 270 integrantes, entre deputados e senadores, e tem quatro parceiros institucionais – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Instituto Smart City Business América, SindiTelebrasil e Rede Brasileira de Cidades Inteligentes e Humanas/FNP. Lippi informa que, antes mesmo da criação do colegiado, projetos de soluções para cidades inteligentes já estavam sendo discutidos em reuniões com pessoas ligadas ao setor.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2iNEvnW