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Governo autoriza retomada de contrações no programa Minha Casa, Minha Vida

Menos de um mês depois de empossado, o Presidente da República, Michel Temer deu início às modificações propostas pela nova gestão para o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. O Ministério das Cidades, comandado pelo tucano Bruno Araújo, autorizou, nesta quinta-feira, o início da contratação de obras para construção de residências pela faixa 1,5 do programa, destinada ao grupo de classe média baixa, com renda até R$ 2.350.

29 de setembro de 2016

Menos de um mês depois de empossado, o Presidente da República, Michel Temer deu início às modificações propostas pela nova gestão para o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. O Ministério das Cidades, comandado pelo tucano Bruno Araújo, autorizou, nesta quinta-feira, o início da contratação de obras para construção de residências pela faixa 1,5 do programa, destinada ao grupo de classe média baixa, com renda até R$ 2.350. O objetivo é contratar ainda neste ano 40 mil moradias para essas famílias. A meta foi promessa de campanha à reeleição da presidente cassada Dilma Rousseff em 2014, mas não saiu do papel durante seu governo. O deputado federal Nilson Pinto (PSDB-PA) afirma que o início das contratações ajudará na redução do déficit habitacional e deve contribuir para o reaquecimento da economia.

“É importante, em primeiro plano, por conta do déficit habitacional que precisa ser corrigido, mas é também fundamental porque a construção civil é um elemento essencial para a retomada do emprego. Nós temos um número de desempregados muito elevado por conta dos problemas econômicos gerados pela gestão petista. E o Minha Casa Minha Vida tem um papel muito importante nesse aspecto”, destacou.

As famílias beneficiadas contarão com subsídio de até R$ 45 mil para adquirir o imóvel, que terá valor máximo de R$ 135 mil nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e no Distrito Federal. Haverá também financiamento com recursos do FGTS com juros reduzidos, de 5% ao ano. Em outras regiões do país, os valores dos imóveis e dos subsídios sofrem algumas modificações. Para a execução desse projeto, serão destinados R$ 3,8 bilhões. Para Nilson Pinto, as medidas contestam a tese de oposicionistas de que o novo governo deixaria de lado os programas sociais.

“Na prática, as medidas tomadas pelo governo contestam essa mentira que foi divulgada. O programa foi retomado e com mais qualidade, atendendo as demandas necessárias”, acrescentou o tucano.

O ministro Bruno Araújo informou também que não haverá seleção das famílias por prefeituras e que os sorteios foram extintos. Segundo o Ministério das Cidades, os novos critérios atendem a um número maior de famílias e garantem igualdade do processo de seleção.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2dwDIC1