Notícias

“Governo Dilma desmoralizou contabilidade pública”, diz Aloysio Nunes

“Não podemos fazer como foi feito no governo Dilma Rousseff, que desmoralizou a contabilidade pública no Brasil”. Foi assim que o líder do governo no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), tratou da meta fiscal para 2017 – que prevê déficit de até R$ 139 bilhões – em entrevista ao programa “É Notícia”, da RedeTV. “O buraco está aí. Trata-se de revelá-lo”, disse o tucano.

12 de julho de 2016

“Não podemos fazer como foi feito no governo Dilma Rousseff, que desmoralizou a contabilidade pública no Brasil”. Foi assim que o líder do governo no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), tratou da meta fiscal para 2017 – que prevê déficit de até R$ 139 bilhões – em entrevista ao programa “É Notícia”, da RedeTV. “O buraco está aí. Trata-se de revelá-lo”, disse o tucano.

De acordo com o parlamentar, o centro da agenda econômica do governo do presidente Michel Temer é o equilíbrio fiscal. “O desequilíbrio das contas públicas é o principal fator de crise. Isso precisa ser combatido com medidas de curto e longo prazo, que permitem conter o crescimento dessas despesas”.

Para Aloysio Nunes, a proposta de emenda constitucional que prevê um teto de gastos públicos vai na linha da proposta do novo governo. Além disso, o tucano ressaltou a necessidade de o país “cortar despesas e arrumar fontes de arrecadação”. “Me refiro a concessões, permissões, privatizações”, explicou.

Outro centro da gestão, segundo o líder, é a reconstitucionalização do Brasil, “algo que dê segurança jurídica aos brasileiros, respeito aos contratos”, disse.

O líder do governo reafirmou ainda que não há possibilidade de retorno da presidente afastada ao Palácio do Planalto. Aloysio acredita que os votos no Senado pela saída definitiva da petista devem superar o número de 55 – valor equivalente ao da primeira votação na Casa. São necessários 54 votos para o impeachment de Dilma.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/29CSNot