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Inflação e déficit nas contas do governo e no comércio exterior são pragas econômicas infligidas pelo PT, afirma tucano

As gestões do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente afastada Dilma Rousseff deixaram como herança para o presidente em exercício, Michel Temer, três problemas de resolução complexa: inflação elevada, déficit nas contas do governo e déficit nas transações de bens e serviços no exterior. A grande dificuldade é que a solução para um dos problemas acaba por agravar o outro.

30 de junho de 2016

Brasília (DF) – As gestões do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente afastada Dilma Rousseff deixaram como herança para o presidente em exercício, Michel Temer, três problemas de resolução complexa: inflação elevada, déficit nas contas do governo e déficit nas transações de bens e serviços no exterior. A grande dificuldade é que a solução para um dos problemas acaba por agravar o outro.

As informações são de reportagem do jornal Folha de S. Paulo (30). A matéria destaca que para conter a escalada dos preços, por exemplo, é necessário elevar os juros, o que aumenta as despesas com a dívida pública e o déficit do governo.

Já para controlar o déficit do governo, foi necessário cortar subsídios para a conta de luz e reajustar o preço da gasolina, o que fez subir a inflação. Por sua vez, a saída para o déficit no comércio exterior é a alta das cotações do dólar, e a consequente desvalorização do real. Os efeitos colaterais disso são a alta do índice inflacionário e do déficit do governo.

Na avaliação do deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB-PB), a inflação elevada, o déficit nas contas do governo e a retração dos números do comércio exterior são pragas econômicas infligidas pelos governos petistas.

“É essa enganação, é esse populismo, é essa resposta fácil para problemas graves que o PT e o primeiro mandato da presidente Dilma trazem até aqui que nos tirou essa credibilidade, porque a mentira, o disfarce, não resistem à longo prazo. É isso que está acontecendo com o Brasil”, constatou.

O parlamentar defendeu medidas que aprimorem a transparência da gestão econômica do país.

“O pré-requisito básico para tirar o país da recessão é enfrentar o problema, ao invés de usar da maquiagem, do populismo que só faz prorrogar o problema e agravar a crise. Enfrentar, sem artifícios de maquiagem contábil, a gravidade do problema e tornar o país competitivo. Não há saída para nenhum país em desenvolvimento que fuja da capacidade de competir com o resto do mundo. Enfrentar isso nesse primeiro momento é fundamental para que a gente dar esses próximos passos”, afirmou.

Nesse contexto de recessão econômica, Pedro Cunha Lima ressaltou que são necessárias medidas de austeridade que recuperem as contas públicas. O tucano elogiou iniciativas tomadas pela equipe econômica de Michel Temer, chefiada pelo ministro da Fazenda Henrique Meirelles, como o corte de cargos e do número de ministérios.

“É preciso tomar medidas duras, que no primeiro momento podem parecer desfavoráveis, mas penso que o Brasil já está tendo maturidade o suficiente para perceber que o que foi feito tem que ser revertido, e para assimilar que o momento é de contenção. O governo fazendo a sua parte vai poder expandir essas medidas, cortando na própria carne e alastrando essa necessidade”, completou o deputado.

Leia AQUI a íntegra da matéria da Folha de S. Paulo.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/29gfv4R