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Para o ex-governador do Pernambuco, Joaquim Francisco, é necessário encarar a realidade do desemprego com serenidade e firmeza, e aprovar a PEC no Senado.

Joaquim Francisco: desemprego alto reforça medidas da PEC 241

A taxa de desemprego no Brasil segue como a maior de toda a série histórica, realizada pelo Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) desde 2012, segundo informa o IBGE nesta quinta-feira (27). O desemprego chegou a 11,8% no trimestre encerrado em setembro, o mesmo percentual indicado no final de agosto.

Joaquim Francisco: desemprego alto reforça medidas da PEC 241

A taxa de desemprego no Brasil segue como a maior de toda a série histórica, realizada pelo Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) desde 2012, segundo informa o IBGE nesta quinta-feira (27). O desemprego chegou a 11,8% no trimestre encerrado em setembro, o mesmo percentual indicado no final de agosto.

Para o presidente do Instituto Vilela de Pernambuco (ITV-PE), o ex-governador do Estado Joaquim Francisco, os dados do desemprego no país, aliados à dívida pública do país que gira em torno de 75% do PIB (Produto Interno Brasileiro) e das últimas perdas do Brasil dos índices de classificação de risco, só reforçam a importância da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, aprovada na Câmara e que agora segue para o Senado.

“É necessário encarar essa realidade com muita serenidade e firmeza e aprovar a PEC agora no Senado. Pois só com o fato de o governo está encarando o problema, a gente sentirá uma reanimação na economia, como já observamos em alguns setores. A visita da responsabilidade fiscal anima o crescimento do país e, com crescimento, os empregos voltam. Então é preciso espírito público para que a gente supere essa fase, esse rio de turbulência, e retome o crescimento do Brasil. Eu sou otimista e acredito que em médio prazo a gente vai encontrar o processo”, aposta o tucano.

O ex-governador lembra que países como países como França, Itália, Grécia, Alemanha, Nova Zelândia e Canadá também tiveram que tomar medidas duras, e até avançaram aprovando suas reformas previdenciárias. “Com o Brasil não pode ser diferente. Vejam como estão os estados do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul, quebrados. E outro problema tão grave quanto esse são os dos municípios. Os prefeitos eleitos agora vão enfrentar uma pedreira de altíssima dureza. Então o país precisa encarar verdadeiramente essa situação, sem conversa mole”.

*Do PSDB-PE

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2eYEJ5Q