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Lula é réu em mais uma ação penal, e deve responder por organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção e tráfico de influência.

Lula é réu três vezes, agora acusado por fraudes em contratos do BNDES

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva virou, nesta quinta-feira (13), réuLula é réu três vezes, agora acusado por fraudes em contratos do BNDES, após o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, aceitar a denúncia que acusa o petista pelo suposto envolvimento em fraudes em contratos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A decisão faz com que Lula vire réu pela terceira vez. O petista já responde penalmente pela suposta tentativa de obstruir as investigações da Operação Lava Jato e pela acusação de ter recebido vantagens indevidas da empreiteira OAS.

Lula é réu três vezes, agora acusado por fraudes em contratos do BNDES
13 de outubro de 2016

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva virou, nesta quinta-feira (13), réu em mais uma ação penal, após o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, aceitar a denúncia que acusa o petista pelo suposto envolvimento em fraudes em contratos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A decisão faz com que Lula vire réu pela terceira vez. O petista já responde penalmente pela suposta tentativa de obstruir as investigações da Operação Lava Jato e pela acusação de ter recebido vantagens indevidas da empreiteira OAS.

De acordo com informações de matéria publicada pelo portal G1, além do ex-presidente, também viraram réus na mesma ação Taiguara dos Santos, sobrinho da primeira mulher do petista, o empresário Marcelo Odebrecht e outras oito pessoas. Todos eles vão responder por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção e tráfico de influência.

Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF), Lula teria atuado junto ao BNDES e outros órgãos para beneficiar a construtora Odebrecht em obras realizadas em Angola. Para o MPF, o ex-presidente teria agido em dois momentos distintos: entre 2008 e 2010, quando ainda era presidente, e entre 2011 e 2015, à época do governo de Dilma Rousseff.

O MPF ainda pede que, além da condenação, todos os acusados sejam punidos com a reparação por danos morais e materiais em um valor mínimo de R$ 21 milhões corrigido pela inflação.

Clique aqui para ler a matéria do G1.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2e3221A