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Marchezan conversa com os trabalhadores do Mercado Público de Porto Alegre

Dias após receber o apoio de trabalhadores do Mercado Público de Porto Alegre e ouvir suas demandas por mais segurança, Marchezan reuniu-se nesta sexta-feira (16) com a diretoria do histórico centro de compras. Entre outras propostas, o candidato da coligação Porto Alegre Pra Frente (PSDB-PP-PMB-PTC) defendeu que o Mercado Público tenha condições e infraestrutura que permitam a ele permanecer aberto 24 horas.

16 de setembro de 2016

Dias após receber o apoio de trabalhadores do Mercado Público de Porto Alegre e ouvir suas demandas por mais segurança, Marchezan reuniu-se nesta sexta-feira (16) com a diretoria do histórico centro de compras. Entre outras propostas, o candidato da coligação Porto Alegre Pra Frente (PSDB-PP-PMB-PTC) defendeu que o Mercado Público tenha condições e infraestrutura que permitam a ele permanecer aberto 24 horas.

Mais cedo, Marchezan participou do programa Gaúcha Atualidade, na Rádio Gaúcha. Entrevistado pelos jornalistas Rosane de Oliveira, Carolina Bahia e Daniel Scola, o candidato opinou sobre as dificuldades financeiras da prefeitura de Porto Alegre e expôs a necessidade de tornar a gestão mais eficiente, enxugando o número de cargos em comissão e fazendo da transparência uma ferramenta a favor dos porto-alegrenses. “Se eu pegar 6% dos cargos em comissão e diminuir, eu abro oito postos que já existem até as 22:00. Se eu pegar mais um percentual disso, eu cerco toda Porto Alegre com monitoramento eletrônico”, assegurou.

Questionado a respeito da possibilidade do aumento de taxas e impostos, Marchezan refutou esse cenário e citou a redução de despesas como instrumento para melhor administrar o dinheiro público e colocá-lo naquilo que é prioritário. “Combater a corrupção, a má aplicação dos recursos públicos, os privilégios e usar a transparência para escolher o destino dos recursos públicos”, essas são as ideias, segundo Marchezan.

O candidato contestou ainda a hipótese de que os agentes de trânsito da EPTC recebam armas e atuem em conjunto com as forças de segurança. Para Marchezan, isso não é viável, uma vez que existe na sociedade uma rejeição ao trabalho desses agentes e seria necessário alterar sua carreira. Segundo o candidato, não é com o trabalho desses servidores que o problema da segurança será resolvido, mas com tecnologia e compromisso. “É muito viável tornar Porto Alegre uma das capitais mais seguras do Brasil”, sentenciou.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2d0IiMV