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MP suspeita de irregularidade em contrato entre a Erkal Engenharia, empresa de Kalil, e o DER-MG em 2001. Aditivo ao contrato tem indício de superfaturamento.

Ministério Público de Minas pede bloqueio de bens de Alexandre Kalil

A suspeita de irregularidade em um contrato firmado entre a Erkal Engenharia, empresa do prefeito eleito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PHS), e o Departamento de Estradas e Rodagens de Minas Gerais (DER-MG) fez com que o Ministério Público do estado (MP-MG) pedisse o bloqueio de bens no valor de quase R$ 3 milhões de Kalil, além de outros dois ex-diretores do DER-MG.

MInistério Público de Minas pede bloqueio de bens de Alexandre Kalil

Brasília (DF) – A suspeita de irregularidade em um contrato firmado entre a Erkal Engenharia, empresa do prefeito eleito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PHS), e o Departamento de Estradas e Rodagens de Minas Gerais (DER-MG) fez com que o Ministério Público do estado (MP-MG) pedisse o bloqueio de bens no valor de quase R$ 3 milhões de Kalil, além de outros dois ex-diretores do DER-MG. As informações são reportagem desta terça-feira (15) do portal G1.

De acordo com a publicação, a ação data de 07 de outubro deste ano, e foi ajuizada na Vara de Fazenda Pública Estadual de Belo Horizonte. Os valores bloqueados, segundo o texto, são referentes a “reajustes indevidos” em um contrato firmado com o DER-MG, em 2001, para a manutenção de estradas. Essa variação teria sido causada por superfaturamento e por dois aditivos, celebrados em 2006, que acabaram aumentando o valor do acordo acima do limite previsto por lei para casos de reajustes em contratos públicos.

Para o MP, a “celebração de termos aditivos irregulares favoreceram a empresa Erkal Engenharia Ltda., inclusive para execução de obras a preços superfaturados”.

Na ação, a promotoria pede a indisponibilidade da movimentação dos valores depositados em contas bancárias, aplicações financeiras, imóveis, veículos e outros bens, além da condenação dos envolvidos por improbidade administrativa, suspensão de direitos políticos de três a cinco anos e o ressarcimento do montante aos cofres públicos.

Leia AQUI a íntegra da matéria do portal G1.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2ghhU1L