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Osorio: compromisso com a conservação das calçadas e acessibilidade no Rio

Carlos Osorio (P SDB), candidato a prefeito do Rio, participou de caminhada pelas ruas de Copacabana, na manhã desta quarta-feira e conversou com moradores sobre as questões enfrentadas pela terceira idade. Entre as principais reclamações citadas pelos moradores estavam a falta de conservação e falta de acessibilidade nas ruas do bairro. “O Rio de Janeiro está envelhecendo. Em Copacabana, por exemplo, temos a maior concentração de idosos do Brasil. Infelizmente, nossa cidade trata muito mal os idosos.

22 de setembro de 2016

Carlos Osorio (P SDB), candidato a prefeito do Rio, participou de caminhada pelas ruas de Copacabana, na manhã desta quarta-feira e conversou com moradores sobre as questões enfrentadas pela terceira idade. Entre as principais reclamações citadas pelos moradores estavam a falta de conservação e falta de acessibilidade nas ruas do bairro.

“O Rio de Janeiro está envelhecendo. Em Copacabana, por exemplo, temos a maior concentração de idosos do Brasil. Infelizmente, nossa cidade trata muito mal os idosos. Para começar a resolver este problema, vamos voltar a cuidar dos bairros, dando atenção especial às calçadas, às rampas de acesso e também garantindo acessibilidade aos transportes”, afirmou Osorio.

Além da falta de conservação e de acessibilidade, a pouca atenção dispensada à saúde foi outro motivo de reclamação dos moradores de Copacabana. “Precisamos cuidar com mais carinho das pessoas que necessitam de atendimento diferenciado, como os idosos. Vamos implantar, nas unidades de saúde da prefeitura, atendimento diferenciado e especializado, por meio da Clínica de Especialistas”, disse o candidato.

Depois de caminhar pelas ruas de Copacabana, Osorio visitou a comunidade Santa Marta, em Botafogo, e falou sobre saneamento. “O esgoto corre pela comunidade sem nenhum tipo de coleta ou tratamento. Além de um problema ambiental, é também uma questão de saúde pública. Ouvi relatos desesperados dos moradores e me comprometi a resolver isso. Só 30% do esgoto no Rio são tratados. O político tradicional sempre viu o saneamento como obra que não dá voto. Eu não sou político profissional. Não tomo decisão baseada em cálculo político. Tem recurso para isso, é bom para a saúde e gera desenvolvimento econômico. Se não resolver o saneamento, não vamos entrar no século 21”, afirmou.

O candidato ainda se reuniu com representantes do Sindicato dos Transportadores de Carga, na Penha, e participou de panfletagem no Calçadão de Campo Grande, no fim da tarde desta quarta-feira.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2dnwBPC