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Osorio promete subsidiar exames médicos na rede privada

Em visita nesta quarta-feira ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, na Zona Oeste, o candidato Carlos Osorio (PSDB) prometeu dar subsídios a unidades de saúde da rede privada para que pacientes da rede pública possam, voluntariamente, fazer exames durante o período noturno. Osorio disse que já conversou com o empresário João Doria (PSDB), candidato a prefeito de São Paulo, para montar uma parceria ainda maior, envolvendo as duas cidades, caso os dois sejam eleitos em suas cidades.

29 de setembro de 2016

Em visita nesta quarta-feira ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, na Zona Oeste, o candidato Carlos Osorio (PSDB) prometeu dar subsídios a unidades de saúde da rede privada para que pacientes da rede pública possam, voluntariamente, fazer exames durante o período noturno. Osorio disse que já conversou com o empresário João Doria (PSDB), candidato a prefeito de São Paulo, para montar uma parceria ainda maior, envolvendo as duas cidades, caso os dois sejam eleitos em suas cidades.

— Nós já começamos a conversar com as grandes redes privadas. Nosso objetivo é diminuir a fila (de espera) o mais rápido possível. A prefeitura vai fazer convênios para que, no período noturno, hospitais particulares possam fazer principalmente exames e eventualmente atendimento médico. É uma proposta para quem quiser. Ninguém vai obrigar a pessoa a ir de noite ao hospital. Vamos mudar gestão, mas isso é uma forma de a fila andar mais rápida. É uma forma de, num curtíssimo prazo, diminuir essa fila (de espera), enquanto a gente monta um sistema de atendimento adequado — afirmou Osorio, sem estimar valores.

O candidato voltou a criticar a gestão da prefeitura, dizendo que houve uma redução do orçamento e, no caso do Albert Schweitzer, demissões de profissionais de saúde:
— A situação da saúde é dramática. A saúde perdeu orçamento nos últimos três anos. Houve uma decadência nas clínicas da família, que começaram bem, mas agora não estão funcionando direito, além de problemas crônicos nos hospitais. Há um problema de gestão hospitalar. As organizações sociais não têm nenhum controle. Há escorrendo recursos pelo ralo. Então, antes de construir uma unidade hospitalar nova, temos que colocar as existentes para funcionar adequadamente.

Durante a visita, pacientes reclamaram de mau atendimento médico. Já ex-funcionários disseram que houve demissões quando a unidade foi municipalizada em janeiro, em meio à crise do estado.

Em nota, a secretaria municipal de Saúde afirmou que, durante a municipalização, os funcionários que “os profissionais que atuavam no hospital e expressaram interesse em continuar tiveram seus currículos avaliados e aqueles considerados tecnicamente aptos foram contratados”.
Além disso, a secretaria destacou que a unidade ganhou diversas salas de emergências, teve enfermarias reformadas e recebeu novos equipamentos médicos. De acordo com a nota, o número de atendimentos nas emergências passou de 7 mil por mês, em 2015, para 15 mil por mês, neste ano.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2dsexj4