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Para contornar crise econômica, governo de Goiás defende limite de gastos por 10 anos

A crise econômica de grandes proporções em que o governo petista afundou o Brasil atingiu com força os estados. Para tentar contornar a recessão, o governo de Goiás, administrado pelo tucano Marconi Perillo, pretende enviar para a Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), nesta sexta-feira (09), uma proposta que estabelece um limite de gastos por até 10 anos, com o objetivo do controlar as receitas do estado.

Brasília (DF) – A crise econômica de grandes proporções em que o governo petista afundou o Brasil atingiu com força os estados. Para tentar contornar a recessão, o governo de Goiás, administrado pelo tucano Marconi Perillo, pretende enviar para a Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), nesta sexta-feira (09), uma proposta que estabelece um limite de gastos por até 10 anos, com o objetivo do controlar as receitas do estado. As informações são de reportagem publicada no portal G1.

A medida prevê uma redução de 20% nos funcionários comissionados, além do corte de benefícios e aumento previdenciário para os servidores concursados. Os limites constam no Programa de Austeridade pelo Crescimento do Estado de Goiás, definido pelo governador Marconi Perillo após reunião com o presidente Michel Temer.

A proposta também determina um corte de 30% nas horas extras e gratificações de servidores, redução de 30% dos gastos com diárias de viagens e proíbe a instituição de novas propostas de regularização fiscal pelo período de 10 anos, visando, de acordo com a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), reduzir gastos, controlar as contas públicas e evitar um “colapso”.

“O primeiro objetivo desse conjunto de medidas é colocar as despesas onde estão as receitas, ou seja, as despesas do Estado precisam caber nas suas receitas. A partir daí a confiança volta, os salários são pagos em dia e o crescimento volta, trazendo geração de empregos e as coisas entram nos trilhos”, explicou a secretária da Fazenda, Ana Carla Abrão.

Se aprovada pelos deputados estaduais, a proposta já começa a valer no início do ano que vem.

Leia AQUI a íntegra da matéria do portal G1.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2hnK0cp