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Para enxugar gastos em São Paulo, Alckmin congela o seu próprio salário

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), tem feito a sua parte na tentativa de conter os efeitos da crise econômica que ameaça as finanças de todos os estados brasileiros. Com o objetivo de enxugar gastos e impedir um aumento em cascata dos salários limitados por teto constitucional do funcionalismo público estadual, o tucano determinou que a base de seu governo na Assembleia Legislativa de São Paulo congele o próprio salário do governador, que hoje é de R$ 21.600.

Brasília (DF) – O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), tem feito a sua parte na tentativa de conter os efeitos da crise econômica que ameaça as finanças de todos os estados brasileiros. Com o objetivo de enxugar gastos e impedir um aumento em cascata dos salários limitados por teto constitucional do funcionalismo público estadual, o tucano determinou que a base de seu governo na Assembleia Legislativa de São Paulo congele o próprio salário do governador, que hoje é de R$ 21.600.

As informações são de reportagem desta sexta-feira (16) do portal da revista Veja. O congelamento já foi aprovado na semana passada pela Assembleia, e agora aguarda a sanção do Executivo. Técnicos do Palácio dos Bandeirantes estimam que a decisão vai gerar uma economia entre R$ 406 milhões e R$ 480 milhões anuais nas contas do governo paulista.

Vale destacar que o salário do próprio governador já está congelado desde 2014. Segundo o secretário da Casa Civil, Samuel Moreira, o congelamento dos salários vai garantir os esforços de ajuste fiscal feitos pelo governador tucano, além de sinalizar à população que a recessão que o Brasil enfrenta exige sacrifícios.

Pela Constituição paulista, cabe aos deputados definirem os salários do governador, do vice, secretários estaduais e dos parlamentares. Em 2015, Alckmin já havia decidido manter congelado o seu salário e os do vice e secretários, legislação que continuou a vigorar em 2016. O governo paulista também determinou que os órgãos das administrações direta e indireta renegociem todos os seus contratos com custo superior a R$ 750 mil.

Leia AQUI a íntegra da reportagem do portal da revista Veja.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2hWJSwN