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Para Serra, críticas ao projeto do pré-sal são “tolices”

Autor do projeto de lei que tira a obrigatoriedade da Petrobras atuar como única operadora de exploração do pré-sal, o ministro das Relações Exteriores, José Serra, classificou como “tolices” as críticas da oposição à proposta aprovada nesta quinta-feira (6) pela Câmara dos Deputados. “A oposição está contando uma mentira em estado puro”, disse o chanceler.

7 de outubro de 2016

Brasília (DF) – Autor do projeto de lei que tira a obrigatoriedade da Petrobras atuar como única operadora de exploração do pré-sal, o ministro das Relações Exteriores, José Serra, classificou como “tolices” as críticas da oposição à proposta aprovada nesta quinta-feira (6) pela Câmara dos Deputados. “A oposição está contando uma mentira em estado puro”, disse o chanceler. As informações são do jornal Valor Econômico desta sexta (7).

Segundo Serra, argumentos como o de que, com o fim da exclusividade da estatal, o Brasil sofreria com o risco de queda nos investimentos em Educação ou que haverá mudança na partilha dos recursos, são “falsos” e “estapafúrdios”. O ministro explicou que a Petrobras mantém o direito de preferência caso queira operar algum bloco.

“Se pegar o discurso do pessoal contra, não tem nada de verdadeiro, não mexe com a partilha. Entre as tolices, o que se sobressai é que vai diminuir os royalties da educação”, afirmou.

De acordo com o chanceler, com a aprovação da proposta, abrem-se mais oportunidades para investimentos no pré-sal sem sobrecarregar a Petrobras, o que permitirá uma arrecadação maior. “Seja a Petrobras, seja quem for que investir, os royalties serão pagos da mesma forma. Não tenho nenhuma dúvida de que os investimentos vão aumentar no médio e longo prazos. E, portanto, vamos ter mais pagamento de royalties”, explicou.

O ministro também lembrou que havia um acordo no governo da ex-presidente Dilma Rousseff para que a matéria fosse aprovada. Ele apontou três motivações da oposição para bombardear o projeto em sua reta final de tramitação.

“Primeiro, falta discurso ao pessoal do antigo governo, atual oposição. Depois, a ignorância [sobre a matéria] também pesa”, disse. Por último, o ministro mencionou as críticas lideradas pelos sindicatos de petroleiros. “O grande dano à Petrobras veio da administração petista, que é ligada aos sindicatos. Para sair disso, eles querem mudar o foco”, completou.

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Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2dDAdvY