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Em plena crise financeira, Fernando Pimentel, governador de Minas, mantém gastos indevidos mesmo com salário dos servidores em atraso.

Pimentel contrata consultoria por R$ 7 milhões sem licitação em plena crise

A grave crise financeira que o estado de Minas Gerais enfrenta, com o salário de servidores sendo parcelado, não foi o suficiente para impedir o governador petista Fernando Pimentel de contratar, sem licitação, uma consultoria econômica por R$ 7 milhões. Segundo a publicação, o Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis (Ipead) foi contratado pelo governo para serviços de apoio organizacional, atuação nas áreas de gestão de finanças públicas, financeira e tributária, de modo a “aprimorar a gestão do Estado, buscando melhorar a receita e cortar os gastos”.

Pimentel gasta R$ 7 milhões com consultoria contrata sem licitação
13 de outubro de 2016

Brasília (DF) – A grave crise financeira que o estado de Minas Gerais enfrenta, com o salário de servidores sendo parcelado, não foi o suficiente para impedir o governador petista Fernando Pimentel de contratar, sem licitação, uma consultoria econômica por R$ 7 milhões. As informações são de reportagem desta quinta-feira (13) do jornal Folha de S. Paulo.

Segundo a publicação, o Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis (Ipead) foi contratado pelo governo para serviços de apoio organizacional, atuação nas áreas de gestão de finanças públicas, financeira e tributária, de modo a “aprimorar a gestão do Estado, buscando melhorar a receita e cortar os gastos”.

De acordo com a Secretaria de Estado da Fazenda de Minas Gerais, a contratação da consultoria observou as normas, não infringindo nenhum princípio jurídico. Ainda assim, o gasto elevado não agradou a classe sindical. O Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual de Minas Gerais (Sindifisco-MG) alega que o quadro de auditores do estado tem competência privativa para a construção do crédito tributário.

A disputa já foi parar na Justiça, alvo de uma ação popular, e o contrato corre o risco de ser suspenso.

Leia AQUI a íntegra da reportagem do jornal Folha de S. Paulo.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2e30Smo