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Retomada: em reunião do Brics, Temer vai defender o ajuste fiscal

Com reunião programada para este fim de semana, na Índia, com outros representantes do bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – o Brics – o presidente Michel Temer deve usar seu primeiro discurso na ocasião para defender a política de ajuste fiscal apresentada por sua equipe econômica. Estimulado pela vitória da PEC 241 em primeiro turno na Câmara dos Deputados – matéria que estabelece um limite de gastos federais para os próximos 20 anos – Temer vai destacar essa e outras iniciativas em curso para recuperar a economia nacional.

Retomada: em reunião do Brics, Temer defenderá política de ajuste fiscal
13 de outubro de 2016

Com reunião programada para este fim de semana, na Índia, com outros representantes do bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – o Brics – o presidente Michel Temer deve usar seu primeiro discurso na ocasião para defender a política de ajuste fiscal apresentada por sua equipe econômica. Estimulado pela vitória da PEC 241 em primeiro turno na Câmara dos Deputados – matéria que estabelece um limite de gastos federais para os próximos 20 anos – Temer vai destacar essa e outras iniciativas em curso para recuperar a economia nacional. Para o presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara, deputado federal Pedro Vilela (PSDB-AL), a PEC do Teto dos Gastos Públicos é um sinal para o mundo de que o novo governo está empenhado em recuperar a credibilidade local e estrangeira. O tucano acredita que o Brics vai se mostrar favorável às mudanças no Brasil.

“Foi o primeiro passo efetivo no país na busca pela retomada da credibilidade, tanto com a população brasileira, com o empresariado local – dando o sinal de que pode se voltar a investir – como também com a comunidade internacional”, disse.

Temer também vai mencionar aos chefes de Estado seu interesse no aprofundamento das reformas de governança e quotas no Brics. O peemedebista se mostrará empenhado no crescimento do bloco e sugerirá reformas nas Nações Unidas, especialmente para abrigar permanentemente países que, como o Brasil, buscam contribuir para o desenvolvimento mundial. Para Vilela, são notáveis as diferenças entre a política internacional da gestão Temer e do governo Dilma.

“É público e notório que a ex-presidente Dilma Rousseff nunca deu a devida atenção às relações internacionais. Ela relevava a terceiro plano esses assuntos que são fundamentais”, destacou o deputado do PSDB.

Essa será a quarta viagem internacional de Michel Temer desde que assumiu o cargo.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2dQ4MRO