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Tucano critica nomeação de Wagner no governo da Bahia

Como esperado, o PT encontrou um posto para um dos nomes-chave dos governos Dilma e Lula. Seis meses depois de deixar o cargo de ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner tomou posse, nesta segunda-feira (22), no cargo de coordenador-executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (Codes) no governo da Bahia, estado que administrou entre 2007 e 2014. O colegiado foi criado pelo governador Rui Costa (PT) especialmente para abrigar o companheiro de partido e padrinho político.

Como esperado, o PT encontrou um posto para um dos nomes-chave dos governos Dilma e Lula. Seis meses depois de deixar o cargo de ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner tomou posse, nesta segunda-feira (22), no cargo de coordenador-executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (Codes) no governo da Bahia, estado que administrou entre 2007 e 2014. O colegiado foi criado pelo governador Rui Costa (PT) especialmente para abrigar o companheiro de partido e padrinho político.

A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) neste sábado (19). Após críticas ao fato de que o cargo poderia garantir foro privilegiado a Wagner, o governo baiano recuou e disse que, mesmo sendo ligado diretamente ao gabinete do governador, o ex-ministro não teria status de secretário. O deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN) criticou a tentativa dos petistas em repetir a mesma manobra usada pela ex-presidente Dilma Rousseff ao nomear o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Casa Civil – cargo até então ocupado por Wagner.

“Nesse momento que estamos vivendo, é importante que as pessoas tenham a consciência de que o Brasil mudou e isso aconteceu porque as instituições estão funcionando. E se elas funcionam, mais do que nunca não podemos permitir atalhos. Se o objetivo da nomeação do ex-governador Wagner era no sentido de buscar foro, a ideia é lamentável, mas a situação foi corrigida”, disse o tucano, criticando ainda o fato do governo baiano ir na contramão de outros estados que estão enxugando a máquina e não criando cargos para onerar ainda mais a pesada dívida pública estadual.

O ex-ministro é investigado por corrupção no âmbito da Operação Lava Jato e, assim como os ex-presidentes Lula e Dilma, ele e o atual governador da Bahia poderiam responder por obstrução à Justiça.

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Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2g2FpIA