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O mercado reagiu de maneira positiva à possibilidade de aprovação da PEC 241, conhecida como PEC do teto dos gastos públicos.

PEC 241: tucanos falam da recuperação do otimismo com a economia

O mercado reagiu de maneira positiva à possibilidade de aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, conhecida como PEC do teto dos gastos públicos. Poucas horas antes de a Câmara aprovar a matéria no primeiro turno na noite desta segunda-feira (10), a Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa) fechou o dia com 61.668 pontos, uma alta de 0,92%. Trata-se do melhor resultado deste 3 de setembro de 2014, como revela matéria pelo Correio Braziliense.

11 de outubro de 2016

O mercado reagiu de maneira positiva à possibilidade de aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, conhecida como PEC do teto dos gastos públicos. Poucas horas antes de a Câmara aprovar a matéria no primeiro turno na noite desta segunda-feira (10), a Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa) fechou o dia com 61.668 pontos, uma alta de 0,92%. Trata-se do melhor resultado deste 3 de setembro de 2014, como revela matéria pelo Correio Braziliense.

O câmbio também apresentou mudanças diante da expectativa de aprovação da PEC 241. O dólar fechou o dia cotado a R$ 3,203, com uma queda de 0,44%. É o menor nível desde 16 de agosto. A reportagem do Correio destaca que, além da PEC do teto, também contribuiu para esse cenário positivo a valorização das commodities, em especial o petróleo, no mercado internacional.

O deputado federal Marcus Pestana (PSDB-MG), que é economista, acredita que a aprovação da PEC 241 pode representar o início da solução para os desequilíbrios financeiro, orçamentário e fiscal do setor público, tidos pelo tucano como a raiz da crise enfrentada pelo país. Na visão do parlamentar, a adoção de um limite para os gastos públicos é fundamental para que o país se recupera do quadro deixado pelo governo da ex-presidente Dilma Rousseff.

“A votação da [PEC] 241 é uma janela para o futuro. Sem ela, seria o atalho para o abismo. É o início de um ciclo de reformas e ajustes necessários, inadiáveis para que o Brasil saia do atoleiro a partir a herança maldita e dramática deixada pelo governo Dilma. A reversão das expectativas será grande quando ficar claro que a rota foi corrigida, e o mercado cambial já captou isso. Certamente a taxa de juros baixará, o real se valorizará e os investimentos retornarão”, avaliou o deputado mineiro.

Para o deputado federal Giuseppe Vecci (PSDB-GO), que também é economista, são necessárias outras reformas, além da aprovação da PEC, para que o Brasil resgate seu equilíbrio econômico. “Nós estamos dando os primeiros passos. Ainda tem muita coisa para ocorrer, tem muita coisa para avançar, mas já são passos que reverberam do ponto de vista do mercado, e isso é muito positivo”, argumentou.

Protagonismo do PSDB

Marcus Pestana também destacou o papel do PSDB na aprovação da PEC do teto, uma vez que todos os tucanos votaram favoravelmente à medida. Para ele, não apenas esta votação, como também a aprovação do projeto que muda as regras de exploração do pré-sal, de autoria do ministro das Relações Exteriores e senador licenciado José Serra (PSDB), mostra o papel de destaque do partido na adoção de uma agenda de reformas estruturantes para o país.

“O PSDB, com a intensa participação que tem tido nesse processo de mudança e com o resultado espetacular que colheu nas urnas nas eleições municipais, não só reafirma o seu protagonismo na vida política nacional como se firma como o principal fiador do governo Temer. Nós temos um papel essencial de fornecer bases sólidas para esse processo inadiável e necessário de mudanças”, afirmou.

Clique aqui para ler a matéria do Correio Braziliense.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2e3PDYj