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Yeda apoia medidas do plano de segurança de Temer para prevenção de feminicídio

Lançado nesta sexta-feira (6) pelo governo federal, em Brasília, o Plano Nacional de Segurança vai atuar na redução de feminicídios – homicídios qualificados contra a mulher por razões da condição do sexo feminino. Segundo o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, os projetos voltados para a redução de homicídios e crimes contra as mulheres se concentrarão, a princípio, nas capitais. Depois, serão estendidos para as regiões metropolitanas. Esses locais concentraram 54% dos 52 mil homicídios dolosos no último ano em todo o país, de acordo com dados do Ministério da Justiça.

Lançado nesta sexta-feira (6) pelo governo federal, em Brasília, o Plano Nacional de Segurança vai atuar na redução de feminicídios – homicídios qualificados contra a mulher por razões da condição do sexo feminino. Segundo o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, os projetos voltados para a redução de homicídios e crimes contra as mulheres se concentrarão, a princípio, nas capitais. Depois, serão estendidos para as regiões metropolitanas. Esses locais concentraram 54% dos 52 mil homicídios dolosos no último ano em todo o país, de acordo com dados do Ministério da Justiça.

A deputada federal Yeda Crusius (PSDB-RS) aprova a medida, e ressalta que é dever do estado tomar a defesa de políticas públicas nessa área.

“O ministério tem que tomar a defesa da política pública dessas áreas que ele assumiu, uma delas a da mulher. Então, isso é positivo. Inclui-se na política de combate ao crime organizado, de prevenção da violência a questão da agressão contra a mulher”, afirmou a tucana.

O anúncio do plano ocorreu cinco dias após o assassinato de 12 pessoas, entre elas, nove mulheres, em um bairro de classe média em Campinas, São Paulo. O crime, cometido pelo técnico de laboratório Sidnei Ramis de Araújo, teria sido motivado pela inconformidade com o fim do casamento e com a restrição imposta ao contato com o filho, também morto na chacina.

Yeda Crusius observa que, apesar dos avanços no combate à violência contra a mulher, como a aplicação da Lei Maria da Penha, é preciso coibir outros abusos contra as mulheres observados no cotidiano, como a violência doméstica e psicológica.

“Além da Lei Maria da Penha, que é um avanço enorme, tem que se continuar evoluindo, para não deixar que esse movimento mate no Brasil de uma maneira ainda pior. Existem outros vários campos de ação para enfrentar essa questão da violência contra a mulher.”

Dados do Mapa da Violência de 2015 mostram que, só em 2013, houve 13 feminicídios por dia no Brasil, mais da metade cometidos por familiares.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2hYetys