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Mercado financeiro mantém perspectiva de o governo Michel Temer aprovar medidas de ajuste fiscal, necessárias para alavancar a economia.

Para 2017, expectativa do mercado financeiro é de melhoras na economia

O mercado financeiro está otimista com a perspectiva do governo do presidente Michel Temer em aprovar medidas de ajuste fiscal, necessárias para alavancar a economia brasileira. Prova disso é que analistas e bancos melhoraram as projeções para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017 e já esperam alta de 1,3% e nova queda de juros. Os dados são do Boletim Focus divulgado todas as segundas-feiras pelo Banco Central.

Para 2017, expectativa do mercado financeiro é de melhoras na economia
17 de outubro de 2016

O mercado financeiro está otimista com a perspectiva do governo do presidente Michel Temer em aprovar medidas de ajuste fiscal, necessárias para alavancar a economia brasileira. Prova disso é que analistas e bancos melhoraram as projeções para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017 e já esperam alta de 1,3% e nova queda de juros. Os dados são do Boletim Focus divulgado todas as segundas-feiras pelo Banco Central.

Para o deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN), as novas medidas adotadas pelo atual governo já demonstram maior consistência na sua política fiscal, o que permite a melhoria na economia do país. “O governo está sinalizando de que vai ter responsabilidade fiscal, uma gestão pública eficiente, acabar com a farra de gastar sem ter necessidade de arrecadação e não vai mais haver aumento da dívida pública. Além disso, o governo mostra que há apoio no Congresso Nacional suficiente para que medidas estruturantes possam ser aprovadas, como a PEC da Responsabilidade Fiscal [241], seguida pelas reformas da Previdência, da modernização trabalhista e da política”, disse o parlamentar.

O tucano lembrou ainda o discurso “fantasioso e mentiroso” utilizado pelos parlamentares petistas na época da aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal em 1997. “Eles utilizavam os mesmos discursos que seriam prejudicados os recursos para a educação, saúde, funcionalismo público, ações sociais, e o que se viu foi um surto de prosperidade e estabilização na economia. Como o PT não votou naquela época, novamente não vota agora, porque para eles interessa justamente a desinformação, o caos econômico e a instabilidade política para o retorno do seu grupo político no poder, o que certamente não vai acontecer”.

De acordo com matéria do jornal O Globo, a aposta maior na retomada do crédito para o próximo ano será testada, esta semana, com a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Com a perspectiva do equilíbrio das contas públicas e o corte de preços de combustíveis anunciado pela Petrobras, há a expectativa de que o tão aguardado processo de corte de juros seja iniciado já a partir deste mês – considerado por analistas o gatilho para um ciclo virtuoso na economia. A taxa Selic está em 14,25% ao ano desde julho do ano passado.

“Os sinais são positivos. Desde a questão da nova política anunciada pela Petrobras de queda dos preços da gasolina até a aprovação em primeiro turno da PEC 241, tudo leva a crer que o ambiente econômico é favorável para a queda da taxa Selic, mas temos que aguardar a reunião do Copom”, destacou Marinho.

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Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2e41Q3U