Números

Ano chega ao fim marcado pela alta do desemprego

Para a população brasileira, o ano que chega ao fim neste sábado foi marcado, principalmente, pela volta de altíssimos índices de desemprego e por incertezas em relação ao mercado de trabalho. O país tem, atualmente, mais de 12 milhões de pessoas desocupadas – ou 11,9% dos brasileiros, a maior taxa de toda a série histórica de pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012. Apenas entre setembro e novembro do ano passado e o mesmo período de 2016, o índice de desocupação cresceu incríveis 33,1% no país.

Para a população brasileira, o ano que chega ao fim neste sábado foi marcado, principalmente, pela volta de altíssimos índices de desemprego e por incertezas em relação ao mercado de trabalho. O país tem, atualmente, mais de 12 milhões de pessoas desocupadas – ou 11,9% dos brasileiros, a maior taxa de toda a série histórica de pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012.

Apenas entre setembro e novembro do ano passado e o mesmo período de 2016, o índice de desocupação cresceu incríveis 33,1% no país.

Os dados negativos revelam que os equívocos cometidos pela gestão da ex-presidente Dilma Rousseff no setor ainda continuarão sendo sentidos pela população por algum tempo. Até a metade do ano que vem, as projeções indicam que cerca de 13,7 milhões de pessoas estarão sem emprego no Brasil.

Com os efeitos das medidas estruturantes desenvolvidas pelo governo do presidente Michel Temer, o mercado projeta que, a partir do segundo semestre de 2017, o viés de alta do desemprego finalmente se encerre e o país comece a recuperar sua economia.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2izZs5q