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Após descaso do governo Dilma, seca atinge 25 milhões de brasileiros

A seca no Brasil já afeta a vida de 25 milhões de pessoas em 12 estados e no Distrito Federal. Levantamento realizado pelo jornal Estado de S. Paulo em órgãos federais e estaduais mostra que 975 municípios brasileiros, incluindo capitais como Fortaleza e Rio Branco, chegaram neste mês de setembro em situação crítica ou de emergência por causa da estiagem. Dados da Agência Nacional de Águas, que monitora 511 açudes do Nordeste, mostram que o nível dos reservatórios que abastecem a região é de apenas 19%.

26 de setembro de 2016

A seca no Brasil já afeta a vida de 25 milhões de pessoas em 12 estados e no Distrito Federal. Levantamento realizado pelo jornal Estado de S. Paulo em órgãos federais e estaduais mostra que 975 municípios brasileiros, incluindo capitais como Fortaleza e Rio Branco, chegaram neste mês de setembro em situação crítica ou de emergência por causa da estiagem.

Dados da Agência Nacional de Águas, que monitora 511 açudes do Nordeste, mostram que o nível dos reservatórios que abastecem a região é de apenas 19%. No Ceará, mais da metade dos 151 reservatórios já secou ou tem menos de 10% da capacidade, como o açude Castanhão, principal fonte de abastecimento de Fortaleza. As obras de transposição do rio São Francisco, que podem amenizar os efeitos da seca na região, permaneceram estagnadas durante o governo Dilma Rousseff.

O deputado federal Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) credita o problema à falta de planejamento do governo anterior. “Essa crise hídrica já era anunciada há vários anos. E o governo federal utilizou-se muito mais da mídia, da propaganda, para fazer e tirar benefícios eleitorais do projeto da transposição do que garantir efetivamente a conclusão dessa obra. Tudo isso é lamentável que esteja acontecendo pela certa irresponsabilidade do governo do PT.”

Raimundo Gomes de Matos defende políticas de conscientização pelo uso da água no país para evitar problemas de escassez. “Toda essa parte do rodízio já era pra ter sido feita, paralelo às questões de obras. Era pra ter sido feita também orientação educacional, ter envolvido as entidades clássicas, as igrejas. Tudo isso mostrando à população os mecanismos da boa utilização da água sem gerar desperdício. O fato é que esse calendário está atrasado em relação a nós termos a mobilização dos segmentos para diminuir os desperdício de água.”

A situação é ainda mais crítica no semiárido da região Nordeste, onde a estiagem perdura pelo quinto ano consecutivo. Mais de 700 cidades da região estão em situação de emergência reconhecida pelo Ministério da Integração Nacional. No Rio Grande do Norte e na Paraíba, a escassez de água atinge mais de 75% dos municípios.

Clique aqui para ler a íntegra da matéria do Estadão.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2cyA9hI