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Brasil desaba em lista de competitividade mundial com pior resultado em nove anos

O Brasil desabou na lista que avalia a competitividade dos países em todo o mundo. De 138 nações, o país está na posição 81 neste ano, uma queda de seis colocações em relação a 2015. Este é o pior resultado desde 2007, quando o Fórum Econômico Mundial fez mudanças na metodologia do levantamento, uma consequência da crise econômica e má gestão do país ao longo de 13 anos de governos do PT.

28 de setembro de 2016

O Brasil desabou na lista que avalia a competitividade dos países em todo o mundo. De 138 nações, o país está na posição 81 neste ano, uma queda de seis colocações em relação a 2015. Este é o pior resultado desde 2007, quando o Fórum Econômico Mundial fez mudanças na metodologia do levantamento, uma consequência da crise econômica e má gestão do país ao longo de 13 anos de governos do PT. Os dados constam no Relatório Global de Competitividade 2016-2017, divulgado em parceria com a Fundação Dom Cabral, como revela reportagem desta quarta-feira do jornal O Globo.

O relatório aponta que o retrocesso do Brasil foi contínuo nos anos de governo Dilma Rousseff: o país saiu do 48º lugar em 2012/2013 até a posição 75 no ano passado. No ranking deste ano, o Brasil está ainda pior no item que avalia o desempenho macroeconômico, ocupando a colocação 126. Entre outros fatores apontados no relatório que entravam os negócios, a corrupção ocupa lugar privilegiado, mencionada por 13,6% dos pesquisados.

Para o deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN), o resultado foi fortemente impactado pelas crises econômica e política que se acentuaram nos últimos anos, além de outros problemas estruturais.

“É evidente o quadro da crise econômica que se agravou nos últimos três anos de maneira muito forte, inclusive desabando nossos índices macroeconômicos como crescimento, PIB, desemprego, inflação.  Mas nós temos um pano de fundo. A educação de má qualidade, a questão da infraestrutura, a dificuldade que o país possui em seu sistema tributário. E quem paga por isso é a população brasileira e, consequentemente, reflete na nossa competitividade em relação aos outros países do mundo.”

Apesar do resultado desfavorável, especialistas acreditam que a nação está no caminho certo. Rogério Marinho considera que as reformas em trâmite no Congresso podem melhorar a situação do Brasil na lista.

“O que eu espero é que, a partir da aprovação da PEC 241 e das reformas estruturantes que foram adiadas por tanto tempo pelo governo do PT, o país possa sair dessa estagnação, desse ciclo vicioso e negativo em que ele se encontra, retomar o caminho do desenvolvimento.”

Clique aqui para ler a íntegra da reportagem do jornal O Globo.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2cEjip8