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Crise do governo Dilma faz Embraer promover demissões voluntárias

A Embraer, considerada a 3ª maior fabricante de aviões do mundo, aderiu ao Programa de Demissão Voluntária (PDV) como forma de reduzir os custos e enfrentar a crise imposta durante os anos de governo da ex-presidente Dilma Rousseff. O programa já teve adesão de 1.470 trabalhadores. Desse total, 700 são metalúrgicos da principal unidade da Embraer, em São José dos Campos, no interior paulista.

16 de setembro de 2016

A Embraer, considerada a 3ª maior fabricante de aviões do mundo, aderiu ao Programa de Demissão Voluntária (PDV) como forma de reduzir os custos e enfrentar a crise imposta durante os anos de governo da ex-presidente Dilma Rousseff. O programa já teve adesão de 1.470 trabalhadores. Desse total, 700 são metalúrgicos da principal unidade da Embraer, em São José dos Campos, no interior paulista.

Ao anunciar o PDV, a empresa não informou a meta para a adesão ao programa, apenas que precisava cortar US$ 200 milhões em custos. A justificativa para atitude extrema é que o programa dá oportunidade de decisão para os empregados e, desta forma, traz o menor impacto possível para empresa que tem a urgência em reduzir gastos. As informações são da matéria publicada hoje (16) pelo jornal O Globo.

A estatal aderiu às demissões voluntárias após anunciar que havia feito uma provisão de US$ 200 milhões para tentar encerrar um processo em que é acusada de suborno nos Estados Unidos. A empresa é investigada pela Justiça norte-americana desde de 2010 pela suspeita de corrupção em contratos para venda de aeronaves no exterior.

Clique aqui para ler a íntegra da matéria no O Globo.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2cSPYzj