Números

Crise econômica obriga 143 mil famílias a retornarem ao Bolsa Família

Os governos petistas podem acrescentar em sua conta mais um retrocesso causado por 13 anos de gestão incompetente. O aumento da taxa de desemprego, provocado pela pior crise econômica que já se instalou no país, obrigou 143 mil famílias a retornarem ao Bolsa Família. A fila de espera por uma vaga no programa assistencial também cresceu: passou de zerada, nos meses de janeiro e fevereiro deste ano, para as atuais 525 mil famílias, que agora aguardam pelo auxílio social.

31 de julho de 2017

Brasília (DF) – Os governos petistas podem acrescentar em sua conta mais um retrocesso causado por 13 anos de gestão incompetente. O aumento da taxa de desemprego, provocado pela pior crise econômica que já se instalou no país, obrigou 143 mil famílias a retornarem ao Bolsa Família. A fila de espera por uma vaga no programa assistencial também cresceu: passou de zerada, nos meses de janeiro e fevereiro deste ano, para as atuais 525 mil famílias, que agora aguardam pelo auxílio social.

As informações são de reportagem publicada nesta segunda-feira (31) pelo jornal Valor Econômico.

Carro chefe da propaganda petista e vendido como a salvação do Brasil na superação da pobreza, o Bolsa Família, junção de diversos programais sociais criados durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), como o Bolsa Escola, Bolsa Alimentação e Vale Gás, não cumpriu o que foi prometido pelos ex-presidentes petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Pelo contrário. Ao invés da superação da pobreza, o país tem hoje um quadro deteriorado de recessão, além de famílias que agora voltam a necessitar do auxílio do Estado para a sua subsistência.

“É lamentável a gente ainda ser surpreendido com notícias como essa. Isso é, na realidade, o resultado do desmonte que os governos do PT produziram no Brasil ao longo de 13 anos. O que estamos vendo ainda é um rescaldo desse descalabro petista”, criticou o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA). “Lamentavelmente, hoje, aqueles que saíram da linha de pobreza estão se vendo agora obrigados a retornar, formando fila inclusive para o atendimento no Bolsa Família”, acrescentou o parlamentar.

Vale lembrar que a atual gestão também encontrou diversas irregularidades na gestão e distribuição do Bolsa Família em todo o Brasil. Uma mudança na metodologia de cadastro, que agora faz o cruzamento de vários bancos de dados e passou a ser anual, permitiu que o benefício finalmente chegasse àqueles que mais precisam, ao contrário do que acontecia no governo anterior. Hoje, o programa representa 0,64% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, e atende a 54 milhões de brasileiros, o equivalente a 25% da população.

Passos curtos

Para Flexa Ribeiro, extinta a era petista, o programa Bolsa Família pode ser recuperado de forma a atender o seu intuito original: ajudar os brasileiros a superar a pobreza. Assim como na recuperação da economia, isso se dará a passos curtos e lentos. Mas os sinais positivos já existem.

“Temos agora notícias que vêm no contraponto desta, de que a crise, que ainda estava se aprofundando, já começa a retroceder, com a retomada do crescimento. Na semana passada, foi colocado pelos noticiários que o desemprego tinha reduzido: de algo em torno de 14% para um pouco mais de 13%. Não é nada que possa se festejar, porque o desemprego ainda é muito grande. Mas só o fato de mudar essa inclinação, de frear esse aumento do desemprego, mostra que a economia já começa a reagir. É uma boa notícia”, considerou o tucano.

“Vamos continuar trabalhando”, acrescentou ele. “Não é uma tarefa fácil, mas é uma tarefa possível. Todos nós brasileiros temos que colaborar e trabalhar, no sentido de dar a todos os nossos irmãos a possibilidade de uma vida mais digna e mais justa”, completou.

Leia AQUI a reportagem do jornal Valor Econômico.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2f4B8bD