Números

Crise leva mais de um milhão de brasileiros a deixar planos de saúde

Mais de um milhão de pessoas deixaram de ter plano de saúde em todo o Brasil no último ano. O número de beneficiários caiu 2,8% desde maio de 2015. Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) indicam que, neste período, cerca de 1,4 milhão de pessoas deixaram a saúde suplementar. Com a falta de atendimento pelos convênios, os brasileiros passaram a depender exclusivamente do SUS (Sistema Único de Saúde), que já sofre com a falta de recursos, superlotação e longas filas de espera.

Mais de um milhão de pessoas deixaram de ter plano de saúde em todo o Brasil no último ano. O número de beneficiários caiu 2,8% desde maio de 2015. Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) indicam que, neste período, cerca de 1,4 milhão de pessoas deixaram a saúde suplementar. Com a falta de atendimento pelos convênios, os brasileiros passaram a depender exclusivamente do SUS (Sistema Único de Saúde), que já sofre com a falta de recursos, superlotação e longas filas de espera.

Somente no primeiro semestre de 2016, os planos perderam mais de 900 mil beneficiários. Mesmo quem ainda manteve plano de saúde sentiu um aumento considerável nas mensalidades. Enquanto o valor de reajuste estipulado pela ANS em 2016 foi 13,57% acima do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), alguns planos empresariais tiveram encarecimento de mais de 20% este ano.

O médico e deputado federal Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) aponta as razões para a crise nesse setor. “O reflexo da crise instalada no país no aspecto financeiro, ele se estende para todas as áreas em virtude dos desmandos que aconteceram no campo econômico pelo governo Dilma e pelo governo Lula. E isso, automaticamente, gera toda essa instabilidade naquilo que a população tinha conquistado. Isso em virtude dessa irresponsabilidade que aconteceu com a área econômica. O desmando e a corrupção”, afirmou.

O deputado alerta que o país passa por um momento de crise e que a situação deve demorar um tempo para ser controlada. “Precisamos ter efetivação em relação às nossas ações da retomado do crescimento. Então, a  médio prazo, isso não pode acontecer em 2 meses, 3 meses, 4 meses. Em médio prazo, longo prazo, a gente tem que buscar toda essa  pactuação com a sociedade civil a fim de que nós possamos ter a possibilidade de ter essa retomada do desenvolvimento.”

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2fI8F78