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Desemprego cai no mês de junho, diz IBGE

O desemprego no país ficou em 13% no trimestre encerrado em junho deste ano, alcançando 13,5 milhões de brasileiros. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa caiu em relação ao trimestre encerrado em março, quando ficou em 13,7%, mas continua à frente dos dados levantados no mesmo período em 2016, quando o desemprego estava em 11,3%. Apesar do patamar elevado, o IBGE aponta que esse é o primeiro movimento significativo de redução da taxa de desocupação em quase três anos, o que pode ser considerado positivo.

28 de julho de 2017

O desemprego no país ficou em 13% no trimestre encerrado em junho deste ano, alcançando 13,5 milhões de brasileiros. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa caiu em relação ao trimestre encerrado em março, quando ficou em 13,7%, mas continua à frente dos dados levantados no mesmo período em 2016, quando o desemprego estava em 11,3%. Apesar do patamar elevado, o IBGE aponta que esse é o primeiro movimento significativo de redução da taxa de desocupação em quase três anos, o que pode ser considerado positivo. Para o deputado federal Rogério Marinho do PSDB do Rio Grande do Norte, apesar de tímido, o recuo no desemprego é um sinal importante de que o país começa a superar a herança perversa deixada pelo governo petista.

“Apesar de ainda ser um processo tímido, já é o início da recuperação da atividade formal no país. Durante anos, o PT cometeu uma série de equívocos que terminaram na maior catástrofe econômica dos últimos anos. O Brasil tem um longo caminho a percorrer, mas os primeiros passos foram dados”, afirmou o tucano.

Ao passo que houve um crescimento da população ocupada no trimestre encerrado em junho – de 1,3 milhão de pessoas – o IBGE aponta um aumento do trabalho informal, e manifesta preocupação. O instituto observa que a entrada no mercado de trabalho ocorreu por várias vias, muitas delas sem quaisquer garantias trabalhistas. Esse cenário, no entanto, pode mudar com algumas das reformas promovidas nos últimos tempos. Rogério Marinho aponta a modernização das leis trabalhistas como uma das principais responsáveis pelo combate à precarização do trabalho.

“Esse é um dos principais objetivos da reforma, justamente combater a precarização do trabalho. Hoje, o empreendedor formal deixa como última alternativa a contratação, em função do passivo oculto e da falta de segurança jurídica. Então nós temos aí, por exemplo, o home office, o trabalho intermitente e a segurança jurídica das negociações de acordos coletivos. São instrumentos que vão, sem dúvida alguma, combater a informalidade”, destacou Marinho.

Outro dado levantado pelo IBGE na mesma pesquisa é o rendimento médio real do brasileiro, que ficou estável e encerrou o trimestre em R$ 2.104.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2f0kGJx