Números

Vendas do comércio recuaram 0,6% em agosto se comparado com julho, em relação ao mesmo período do ano passado, retração foi de 5,5%.

Efeito Dilma: vendas no comércio têm forte retração

O comércio brasileiro sofreu uma nova queda no mês de agosto. As vendas recuaram 0,6% em relação ao mês anterior e, na comparativa com o mesmo período do ano passado, a retração foi de 5,5%. Os segmentos com maiores baixas nas vendas foram de informática e comunicação, com um índice menor de 5%, seguidos por artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, e cosméticos, com -2,8%.

Efeito Dilma: em agosto, vendas no comércio têm forte retração
18 de outubro de 2016

O comércio brasileiro sofreu uma nova queda no mês de agosto. As vendas recuaram 0,6% em relação ao mês anterior e, na comparativa com o mesmo período do ano passado, a retração foi de 5,5%. Os segmentos com maiores baixas nas vendas foram de informática e comunicação, com um índice menor de 5%, seguidos por artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, e cosméticos, com -2,8%.

Das 27 unidades da federação, o comércio foi fraco em 23 na comparação de agosto com o mês anterior. As maiores quedas partiram do Acre com -4,2% e do Amazonas com retração de 3,3%.

O deputado federal Marco Tebaldi (PSDB-SC) afirma que o recuo era previsível diante da grave crise econômica enfrentada pelo país. “É um recuo normal em virtude da grande crise que nós estamos passando. As pessoas vão cortando primeiro o supérfluo. Como a crise persiste ainda, e ainda é muito profunda, as pessoas estão reduzindo em todos que puderem. Inclusive na alimentação e compra de remédios, etc.”

De janeiro até agosto, o varejo já acumula perdas de 6,6%. Para o deputado Marco Tebaldi, o país já começa a dar os primeiros passos de reequilíbrio econômico, mas ainda deve ter uma recuperação lenta em todos os setores.

“Eu espero que essa crise seja superada logo. Nós temos alguns sinais de que ela está retomando, que o país está retomando o seu crescimento, mas ainda vai levar um tempo aí para as pessoas terem o poder de compra efetivo.”

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2dzATCk