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Herança Dilma: FMI aponta Brasil como país emergente mais endividado a partir de 2019

O Fundo Monetário Internacional (FMI) lançou um alerta de que o Brasil terá o maior endividamento público entre um grupo de 40 países emergentes a partir de 2019, com 87,9% do Produto Interno Bruto (PIB), superando 93% em 2021. No relatório fiscal divulgado nesta quarta-feira (5), a instituição afirma que as contas brasileiras só sairão do vermelho em 2020 devido às políticas equivocadas adotadas pelos governos do PT nos últimos anos, que levaram o país à maior recessão da história.

6 de outubro de 2016

O Fundo Monetário Internacional (FMI) lançou um alerta de que o Brasil terá o maior endividamento público entre um grupo de 40 países emergentes a partir de 2019, com 87,9% do Produto Interno Bruto (PIB), superando 93% em 2021. No relatório fiscal divulgado nesta quarta-feira (5), a instituição afirma que as contas brasileiras só sairão do vermelho em 2020 devido às políticas equivocadas adotadas pelos governos do PT nos últimos anos, que levaram o país à maior recessão da história.

O atual cenário, de acordo com o FMI, se deve aos elevados gastos com a Previdência, ao aumento de investimentos na Petrobras e ao crescimento do volume de empréstimos dos bancos públicos, principalmente pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Para o deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN), o relatório do FMI confirma, mais uma vez, a incompetência e falta de responsabilidade do governo da ex-presidente Dilma à frente do país. O tucano ressalta a importância de aprovação do ajuste fiscal e das reformas que tramitam no Congresso Nacional. Segundo o parlamentar, que é economista, “é hora de pensar no país e nos 12 milhões de desempregados que aí estão e não têm nenhuma proteção”.

“A crise econômica atinge, principalmente, a população mais pobre. Resgatar o país da catástrofe econômica que o país se encontra pela herança maldita deixada pelo PT é a principal missão do atual governo, e isso o PSDB está pronto para ajudar. Inclusive, fechamos questão para a votação da PEC 241 [que limita o teto dos gastos públicos] e vamos fazer a nossa parte”, afirmou o parlamentar.

De acordo com matéria do site G1, o Banco Mundial também chamou atenção para o peso dos juros no cenário fiscal brasileiro, cuja taxa básica (Selic) está hoje em 14,25% ao ano – maior juro real do mundo. As duas instituições também defendem a aprovação de ajustes fiscais e reformas para colocar o “trem nos trilhos” e a economia voltar a crescer no país.

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Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2cWLhp6