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Herança Dilma: Mesmo com retomada da economia, haverá expansão da pobreza

A recessão econômica instalada pelo governo da ex-presidente Dilma Rousseff no país fará com que as classes D e E ganhem mais um milhão de famílias brasileiras. É o que aponta um estudo realizado pela Tendências Consultoria Integrada. Mesmo com a perspectiva de retomada da economia com as novas políticas adotadas pelo atual governo, haverá expansão da pobreza até 2025 e as famílias com renda mensal de até R$ 2.166 poderão chegar até 41 milhões – entre 2014 e 2016, as classes D e E já tiveram aumento de 3,5 milhões de famílias.

9 de outubro de 2016

A recessão econômica instalada pelo governo da ex-presidente Dilma Rousseff no país fará com que as classes D e E ganhem mais um milhão de famílias brasileiras. É o que aponta um estudo realizado pela Tendências Consultoria Integrada. Mesmo com a perspectiva de retomada da economia com as novas políticas adotadas pelo atual governo, haverá expansão da pobreza até 2025 e as famílias com renda mensal de até R$ 2.166 poderão chegar até 41 milhões – entre 2014 e 2016, as classes D e E já tiveram aumento de 3,5 milhões de famílias.

De acordo com matéria do jornal O Globo deste domingo (9), nem mesmo uma década será capaz de aliviar integralmente os efeitos da recessão do governo petista que levou o desemprego a 12 milhões de pessoas. Segundo o estudo, que tem como base critérios de classificação econômica da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep), o aumento na base da pirâmide deve ocorrer em ritmo mais moderado, mas somente de 2019 a 2025, período previsto para expansão da economia, afetará outros 438 mil lares.

“Quando você conduz mal a política econômica, deixa a inflação subir, as mais prejudicadas são as famílias de menor renda. Aliado a isso, se deixou que os gastos públicos subissem muito. A combinação de BNDES inchado, isenções de impostos e incentivos a setores não beneficiou os mais pobres. A economia mais fechada e com viés estatizante impediu maior concorrência e oferta de preços menores. Isso privilegia alguns poucos e prejudica a maioria”, criticou o economista Adriano Pitoli, autor do levantamento e diretor da área de Análise Setorial e Inteligência de Mercado da Tendências ouvido pelo jornal.

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Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2dDEVKd