Números

Inflação tem queda em julho e é a mais baixa desde 1998

A recuperação da economia brasileira, passados os estragos causados pela má gestão petista, fica cada vez mais evidente com a análise dos últimos índices inflacionários. A prévia do Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de julho, por exemplo, mostra uma queda de 0,18%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o índice mais baixo desde setembro de 1998, e o menor para o mês de julho de 2003.

20 de julho de 2017

Brasília (DF) – A recuperação da economia brasileira, passados os estragos causados pela má gestão petista, fica cada vez mais evidente com a análise dos últimos índices inflacionários. A prévia do Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de julho, por exemplo, mostra uma queda de 0,18%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o índice mais baixo desde setembro de 1998, e o menor para o mês de julho de 2003.

As informações são de reportagem publicada nesta quinta-feira (20) pelo portal G1.

No ano, o IPCA-15 acumulou uma alta de 1,44%, o que está bem abaixo dos 5,19% registrados no mesmo período do ano passado. Já no acumulado dos últimos 12 meses, a inflação caiu para 2,78%, índice inferior aos 3,52% dos 12 meses anteriores.

Boa parte da queda inflacionária foi puxada pelo grupo dos alimentos, que tem participação de 25% nas despesas das famílias brasileiras. A queda foi de 0,14 ponto percentual. A maioria dos produtos ficaram mais baratos de junho para julho, com destaque para a batata inglesa, cujo preço caiu 19,07%; o tomate, que ficou 8,48% mais barato; e as frutas, com queda de 4%. A deflação foi registrada em todas as regiões pesquisadas.

Outro grupo que sofreu quedas consideráveis foi o dos transportes: 0,64%. De junho para julho, a deflação foi de 0,11 ponto percentual. O barateamento dos preços foi impulsionado pelos combustíveis, que recuaram 3,16%. O etanol ficou 4,81% mais barato, enquanto o litro da gasolina sofreu uma deflação de 2,98%.

De acordo com o texto, o resultado na inflação dá sustentação para que o Banco Central não desacelere o ritmo do corte da taxa básica de juros, a Selic. Atualmente, os juros básicos estão em 10,25%. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deverá se reunir na próxima semana para redefinir a taxa. A expectativa do mercado é que o índice seja reduzido em um ponto percentual, mantendo o ritmo das decisões anteriores.

Leia AQUI a reportagem do portal G1.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2uGDOBR