Números

Ministério das Cidades autoriza mais verbas para financiamento da casa própria

O Ministério das Cidades, sob o comando ministro Bruno Araújo (PSDB-PE), liberou o remanejamento de recursos da Caixa Econômica Federal que financiam imóveis com valores entre R$ 225 mil e R$ 500 mil. Diante da redução da disponibilidade de dinheiro para os imóveis que estão fora dessa faixa de valores, o governo federal decidiu liberar o uso de mais R$1,724 bilhão para esses financiamentos.

6 de julho de 2016

O Ministério das Cidades, sob o comando ministro Bruno Araújo (PSDB-PE), liberou o remanejamento de recursos da Caixa Econômica Federal que financiam imóveis com valores entre R$ 225 mil e R$ 500 mil. Diante da redução da disponibilidade de dinheiro para os imóveis que estão fora dessa faixa de valores, o governo federal decidiu liberar o uso de mais R$1,724 bilhão para esses financiamentos.

Segundo matéria publicada nesta quarta-feira (6) pelo jornal Folha de S. Paulo, a decisão foi tomada pela pasta a pedido da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, com o objetivo de ampliar os recursos para a faixa intermediária nessa linha de crédito.

A linha Pró-Cotista, que inclui os imóveis entre R$ 225 mil e R$ 500 mil, abrange trabalhadores com pelo menos três anos de vínculo com o FGTS. Além disso, eles precisam estar trabalhando ou ter saldo na conta do FGTS de pelo menos 10% do valor do imóvel. Os juros cobrados para essa linha são de 8,66% ao ano, bem abaixo dos contratos firmados com recursos da poupança, que hoje custam ao mutuário mais de 10% ao ano.

Para o deputado federal Betinho Gomes (PSDB-PE), a medida é mais uma demonstração de que o PSDB tem compromisso com os investimentos na área de habitação e com o povo brasileiro. “Essa liberação de recursos será essencial para que as famílias possam ter mais acesso, de maneira facilitada, ao seu imóvel próprio. É uma conquista da sociedade brasileira” afirmou o tucano

O Banco do Brasil também recebeu recursos da mesma linha, mas não houve falta de dinheiro para nenhuma faixa até agora. Até maio, o banco contratou R$ 330 milhões.

De acordo com o vice-presidente de Negócios de Varejo do Banco do Brasil, Raul Moreira, a faixa intermediária é onde está a maior demanda por este tipo de financiamento.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/29ixYZI