Números

Pela primeira vez desde 2009, cai o número de novas matrículas em universidades

Pela primeira vez em sete anos, o número de novos alunos matriculados em universidades caiu no Brasil. Diante da crise econômica no país e dos últimos cortes de recursos do Financiamento Estudantil (Fies), promovidos pelo governo Dilma Rouseff (PT), os alunos não estão conseguindo arcar com o valor das mensalidades. De acordo com dados divulgados pelo Inep, do Censo da Educação Superior, em 2015, 2,9 milhões de alunos entraram em cursos de graduação (presenciais e à distância), ante 3,1 milhões em 2014, o que equivale a uma queda de 6,1%.

7 de outubro de 2016

Pela primeira vez em sete anos, o número de novos alunos matriculados em universidades caiu no Brasil. Diante da crise econômica no país e dos últimos cortes de recursos do Financiamento Estudantil (Fies), promovidos pelo governo Dilma Rouseff (PT), os alunos não estão conseguindo arcar com o valor das mensalidades. De acordo com dados divulgados pelo Inep, do Censo da Educação Superior, em 2015, 2,9 milhões de alunos entraram em cursos de graduação (presenciais e à distância), ante 3,1 milhões em 2014, o que equivale a uma queda de 6,1%.

O deputado federal Vitor Lippi (PSDB-SP) atribui o enfraquecimento no setor à má gestão petista. O tucano ressalta que o PT enganou a população com o discurso de “pátria educadora” e nada fez de concreto para os estudantes do Brasil, numa referência ao nome do programa educacional lançado durante a gestão da ex-presidente petista.

“Infelizmente, esse discurso de pátria educadora realmente ficou apenas no discurso. Essa distância entre discurso e prática a gente vê no resultado e na consequência desse período que o PT governou o país. Lamentavelmente, a crise econômica do país está tirando a oportunidade dos nossos jovens. É lastimável”, afirmou.

Vitor Lippi afirma que o Brasil precisa passar por transformações que façam o mercado interno aquecer e a economia melhorar. O parlamentar ainda sugere que ocorra uma discussão maior sobre as mudanças no currículo do ensino médio, com outras opções para os estudantes, além da universidade.

“É importante enaltecer essa questão da discussão e essa importância das novas propostas do ensino médio. Porque essa foi a opção da grande maioria dos países e nós ficamos isolados. Nós temos um ensino médio que só no Brasil é feito assim. Nós temos agora que contemplar muito mais a realidade, sair do discurso e pensar na vida, na prática do dia-a-dia dos nossos estudantes criando uma escola mais interessante, mais motivadora, uma escola que realmente prepare melhor os nossos jovens para a oportunidade do primeiro emprego.”

O governo anterior ofertou por meio do FIES o total de 700 mil vagas em 2014, e reduziu esse número para apenas 300 mil no ano passado. O Ministério da Educação garante que esses alunos não serão prejudicados e que o governo vai honrar os contratos retroativos do Fies e também garantir a renovação deles.

Fonte: Site do PSDB

Link para ler no original: http://bit.ly/2dqpT7N